quinta-feira, 29 de setembro de 2005

ATO II Tomo IV: Seguindo viagem 他Ø


- Esses cortes são profundos... - fala Cymasi, despindo as costas de Chan. - Posso cauterizar, mas seria mais seguro usar magia...


- Você é clériga, minha jovem? - pergunta G-h-rion.


- Não... Mas sou acostumada a ver sangue. Eu quero ajudar mesmo.


- Se não depender de suas energias no futuro, eu agradeço, Cymasi... - fala Chan. - Mas sua história... Hardman não tem autoridade para impor membros em nosso...


- Deixa ela, Chan... - fala Dex, com um pano úmido lavando um ferimento. - Uma mocinha a mais não faz mal... Ainda mais sabendo curar.


- Minhas energias praticamente se acabaram para restaurar sua visão, Dex... - fala Chan. - Ainda não acredito que usei isso contra um de vocês...


- Kaede... - fala Thiago à gueixa que ajudava Thiago com um olho roxo. - Estou bem, e francamente Chan pode ficar com ciúmes... Leve este anel aqui para quem estiver pior... O Noiro teve o peito dilacerado!


 Kaede olha para o ninja, e desvia o olhar.


- Só me servirei de seu artefato se ele costurar roupas. - fala noiro, mostrando o tórax intacto. - O elfo precisara de ajuda, e a novata não dá conta de tantos...


- Tudo bem... Eu quero ajudar...


- Putz! Cê tem mais energia que o Gororion, mina! - fala Vilo. -E Gororion ORIGINAL! Não o impostor aí...


- I... Impostor?


- Sou um... Bem, "ladrão de identidades". - fala o meio-elemental. - Meu nome é Armageddon. Emprestei a figura de um colega nosso... Um meio-elemental da luz chamado Gororion.


- Então esse Gororion é meio-elemental também?!? - fala Cysami. - por isso que ... Sei lá... Gostei de você quando eu o vi...


- "meio-elemental"? - sussurra Chan suspeita.


- ou... Talvez seja isto aqui... - fala o maccubus, mostrando a face de água do seu cubo elemental.


- El! - ri vilo. - Ela obedece ao cubo também?!? Vai, tia... Dança a Macarena pra a rapaziada!


- Dançar a o que?!?


- Perdoe nosso amigo, milady. - fala Thiago, tomando o cubo e entregando a Gororion.


 Therak observava os arredores.


- Corvos de novo, Senior Thiago... - fala therak.


- Ih, voltou à paranóia desses corvos?


 Noiro posta-se ao lado do construto. Precisa forçar a visão para perceber a agitação que Veritas provocava nos corvos.


- Eles não reagem. - fala Therak. - Fora o fato de não ser um ambiente propício para corvos, nada extraordinário ou suspeito neles deparando com veritas.


- É porque esses corvos são mais espertos que vocês. - fala Noiro. - ha quanto tempo você viu?


- Dois dias... Desde Akidaiô.


- DOIS?!? - exclama Noiro. - Porque não me falaram nada?


- Estávamos verificando... - fala Thiago.


- Senins da Elite Shorian usam corvos familiares. - fala Noiro. - Esses corvos enxergam bem e disfarçam com perfeição. E eles estão no nosso encalço ha dois dias provavelmente juntando mais pessoas!


- "Elite Shorian"?


- Mercenários esnobes! - rosna Win-hen.


- Será que tem algo a ver com o tal escorpião?


- Deixe-me adivinhar... - fala Noiro visivelmente irritado. - Você descobriu ha dois dias e achou interessante não informar aos demais, correto?


- Esse eu conheço... - fala Chan. - Shorian Yatah, Senin feiticeiro de grau 19. Conhecido por "o Escorpião" por atuar mais fora de Wen-ha do que nela, e por conjurar um escorpião gargântua como técnica suprema. Ele deveria pleitear o grau 20 desafiando o Daymao Shorian há pelo menos oito anos.


- Então, esses tais "mauricinhos Shorians" estão atraz de nós?


- Eu precisarei consultar os astros... Mas é bem provável.






- Vinte quilômetros, sensei. - fala o jovem rastreador ao senhor de idade que o acompanhava.


- O que isso quer dizer na prática?


- Que para seguirmos eles, teremos de andar pelo menos um dia de viagem atras... Algum deles deve ser om observador formidável... e com formidáveil eu diria inumano. Seu alcançe é homogêneo em todas as direções, em qualquer condição climática, em qualquer luminosidade. Nas montanhas, onde eles têm a vantagem da altitude, ele chega a um alcance visual de vinte quilômetros.


- Pois mantenha seus servos a vinte e cinco! - fala severo o ancião. - Eu recrutarei mais membros da família, e talvez alguns mercenários.


- Eles são muitos, sensei... - fala o rastreador. - Eles estão com um ninja. Se eles me perceberem, e começarem a cobrir seus rastros, mantendo a um dia de viagem atrás deles, eu posso perde-los.


- Se quer mesmo o domínio total da conjuração dos céus, me obedecerá sem questionar! - urra o feiticeiro furioso. - Siga-os, e deixe uma trilha para que os recrutas o encontrem!


 


 O rastreador baixa a cabeça respeitosamente.


 


- Assim será feito, Escorpião-sensei!







- Daiki... - resmunga Noiro. - Muito movimentado para meu gosto.


- Kaede não vai aprender sobre o reino andando às escondidas. - fala Chan.


- É isso mesmo... ou tem algo oculto, milady?


 Chan baixa a cabeça. Parecia que o ninja ouvia seus pensamentos...


Kaede observava a nova viajante... Cysam... tão bonita e exótica... Mas tinha vergonha de falar...


 E então, um salto assustado.


- Seniorita Kaede?!? - exclama Therak, a guarnece-la.


- É só um lanche. - fala Noiro, estendendo a mão com uma maçã.


 Kaede continua olhando assustada.


- T...tudo bem, senhor. - fala ela. - Não estou com fome...


 Noiro se senta de volta à montaria.


continua caminhando poucos passos à frente da jovem gueixa.


- Akai tatsusama me chamou por minha alcunha... De Tatsugatana. - Fala ele. - É por isso, não?


 Kaede baixa a cabeça.


- Não á porque mentir... Ha algum tempo eu fui um Tatsugatana.


- Como "ha algum tempo", entenda trezentos anos. - interrompe Thiago.


- Isso faz de você ... um Shinobi?


- Isso é tipo ninja, não? - pergunta Del.


- Um ninja demônio! - urra furioso Win-hen.


- Noiro não é um demônio, pessoal... - fala Thiago. - Ele só...


- Porque se precipita em dizer que não sou um demônio, Thiago-sama?


 Todos olham o ninja.


- O clã que eu fundei acredita que morri no dia que executei Mishato. Sou despresado pelos deuses, rejeitado pela morte e pelo tempo. Condenado a viver entre pessoas que já me esqueceram. Para mim, estou vivendo um inferno.


(espaço para Roleplay)






 A feira da cidade mercante de Kenji. meia légua de Fung-kyo, na costa leste de Wen-ha, teritório dos Tsé. A mercadora de Romãs não percebe ágeis dedos surrupiando uma fruta da bancada.


- Por favor, Kuori... - fala o sereno ancião de vestes amarelas, cuja barba em trança alcançava sua cintura. O larápio era um esguio eishy com olhar completamente sombrio.


- O direito dos deuses além das leis mortais. - fala o eishy com um sorrizo zombeteiro. - Tecnicamente não roubei ninguém!


- Eu não obrigo pela ordem. Peço por respeito á minha presença.


 Kuori sorri. Era mais satisfatório ver o senhor da justiça lhe "pedindo" algo que enganar uma mortal ocupada. Sorridente, ele entrega algumas moedas à senhora, que nem se deu ao trabalho de conta-las.


- Cedeu muito fácil, irmão. - fala um homem de vestes monjísticas, acompanhado de uma jovem com olhar perdido. - As moedas inclusive eram verdadeiras!


- Bom humor, Midori... - ri o esguio. - Só não espalhe.


- E o que há de se espalhar? - pergunta Shiro, a única mulher dentre eles. - eles buscam em nossos gestos motivos de inspiração... Sinais de nossa vontade... avisos do destino... Se eles sonhacem que a maior parte do tempo estamos tão perdidos como eles...


 A meditação da jovem deusa da magia cessa quando a multidão abre alas com olhar fascinado a um grande samurai, com a armadura tão rubra que chegava arder aos olhos do contraste com aquela cidade cinzenta. Akai, reduzido a 2,10 Mts., para diante do quarteto.


- Eh... você fala ou EU? - brinca Kuori.


- Deveríamos evitar chamar a atenção. - sussurra Kioru. - Não deixar transparecer que deuses caminham entre mortais!


- Há um motivo para ignorar essa instrução... Alem de defender meu ponto de vista compartilhado apenas por Atlan e Gorak. - fala o samurai. - Meu desafio acabou. Eles margeiam o Deserto Sombrio enquanto falamos.


- Quem será o próximo? - fala frenético Kuori, batendo as pontas dos dedos. - Você amarelinho? Cortou relação com sua "namoradinha mortal" faz meses... não dá nem pista de seu desafio...


- Cedo a vez a Shiro ou a Midori. - fala impassivo o deus de amarelo. - Será a minha vez... quando for a minha vez.


- Eu e minha irmã decidimos que ergueremos nossas charadas dependendo de para onde os mortais seguirem agora. - fala Midori. - eles devem se recuperar do desafio desgastante que Akai os impôs.


- Então... só nos resta uma coisa a fazer... - fala o esquivo deus negro, santitando pela praça, com gestos grandiosos.


- Devo admitir que a idéia dele de começarmos a partir deste local foi melhor que a minha de cada um de nós em pontos geográficos equidistantes. - fala Midori. - A notícia chegará a Akiobara antes dos jovens...


- Chegará a GOLDRALF antes dos moleques alcançarem Aikiobara. - corrije Kuori.


- Então... não tem mais o que fazer, senão alertar com pânico e reverência. - fala o deus amarelo, afastando-se dos seus irmãos. - Por quato vezes fracassamos na transição pacífica. Espero que o povo Wenhajin tenha evoluido na sociedade utópica que tanto desejamos para eles.


- Eu sei que não estive com vocês quando o projeto começou... - fala Shiro, repetindo o gesto de Kioru. - ... mas tenho esperança que eles saberão lidar desta vez...


- Olhe no coração deles, "Titã"! - fala o truculento akai. - Está errada. Não por medo da morte, como os demais mortais: mas por medo da vida. Eles entrarão em pânico, e sua reação mais natural será ir às armas.


- Parece que cabe agora ao Verde... e ao amarelo...


Kioru e Midori se encaram respeitosamente.


- Boa sorte, Irmão. - fala o amarelo.


 


 ... e começa.


Cinco dragões-tatsu emergem de onde os avatares estavam parados. Eles serpenteiam nos céus, e colidem com prédios. Em seu tamanho total, preenchiam o horizonte. Os cidadãos daquelas cidades correm em pânico, urrando palavras apocalípticas e se abrigando como podiam.


 Assim começa o fim dos tempos.






 - Está tranquilo... - sussurra Chan. - tranquilo demais...


 Entravam nos limites das terras de Daiki, que dividia a fronteira das terras de Tsé e Tao. Com as guerras da primeira dinastia, a região era instável, o que fez o shogum Tao da época financiar a militarização das terras de Daiki, história semelhante à dos Katsophliz em Lyon. Mais coincidências...


- As terras de Daiki são assim agora. - fala Noiro. - Os samurais de Kuroro Daiki-sama foram massacrados ano passado... Acho que envolvia vocês.


- É mesmo... - lembra Thiago. - Só sobrou Nagata e mais três!


- Os camponeses e comerciantes vêem essas terras como incapazes de combater os ladrões e impedir invasões. Desde aquele dia, o daymao passou procurando Ronins e jovens em monastérios que queiram servir de samurai.


- As terras dele poderiam ter sido arruinadas... - Sussurra Chan pesarosa. - Tudo por causa do ódio que ele nutria por meu irmão... Mas agora, que ele se foi, talvez nosso pai consiga a paz que tanto procura...


- Política... - rosna Win-hen. - Por causa disso os Tsé podem levar minha aldeia à guera!


- Pss... – avisa Therak. Ele ouvia sons abafados e distantes.


Não conseguia ver de onde... Sussurrava em wenhajin. As palavras “ninja” e “youkai” eram facilmente inteligíveis a Therak.


- Emboscada?!? – pergunta Thiago.


 Dex fareja o ar.


- Há um cheiro familiar aqui... Não sei o que, mas há!


- Eles são de suas terras, senhora... – fala Kaede assustada para Chan.


- Se fossem guardas, samurais, ou alguém que deveria estar aqui não nos emboscaria... – fala a pena-de-bronze.


- Eles se agitam... – fala Therak. – Eles sabem que percebemos... agirão a qualquer momento agora!


 


 Therak não captava ninguém nos arredores, mas percebe a origem do som.


 Um tubo de borracha, lugado a um galho seco. Amplificava o som e alertou alguém nos arredores... permitindo ouvir quem passasse pela estrada... e em uma escala inaudúivel aos humanos, fazia o contrário ser verdade.


- Deveras engenhoso! - fala Therak. - Nosso especialista ninja deve saber com o que estamos lidando...


- Eu nunca vi nada assim antes. - responde Noiro, encostando o ouvido e tentava traduzir o que ouvia. - "Eles acharam o tubo"... "Eu disse que não ia funcionar"... "você é um bobão"... "honra de meu..." alguma coisa, alguma coisa... "Sintirão a fúria de minha espada".


- Parecem ... Goblins discutindo! - sussurra Vilo. - Tem Goblins aqui?!?


- Shh... uma porta se abriu! - avisa Noiro. - "vamos agora..." Alguma coisa... "Troveje, irmã!". Ou algo assim...


- Isso é gramaticalmente incorreto até em Wenhaj...


 


 Um clarão cega momentaneamente os heróis... e o som desorienta todos. com velocidade incalculável, três objetos se movem pelos arbustos...


15 comentários:


  1. Therak não captava ninguém nos arredores, mas percebe a origem do som.
    Um tubo de borracha, lugado a um galho seco. (...)
    - Deveras engenhoso! - fala Therak. - Nosso especialista ninja deve saber com o que estamos lidando...


    Precavido, o construto lança Veritas ao ar e comanda-o para patrulhar o perímetro a partir de uma altitude segura. Talvez localizasse seus emboscadores pelo alto.



    - Eu nunca vi nada assim antes. - responde Noiro, encostando o ouvido e tentava traduzir o que ouvia. (...) - Shh... uma porta se abriu! - avisa Noiro. - "vamos agora..." Alguma coisa... "Troveje, irmã!". Ou algo assim...

    - Isso é gramaticalmente incorreto até em Wenhaj...

    Um clarão cega momentaneamente os heróis... e o som desorienta todos. com velocidade incalculável, três objetos se movem pelos arbustos...


    Therak passa à percepção por radar, mas a desorientação causada pelo som tonitroante não tinha input alternativo para ser superada. Veritas, entretanto, estivera fora do alcance do ataque.
    "Veritas, disparos de alerta!" - orientou Therak, para que o falcão usasse seus disparos sônicos a fim de manter os intrusos longe dos Cruzados até que estes se recuperassem.

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  2. - Um ninja demônio! - urra furioso Win-hen.
    - Noiro não é um demônio, pessoal... - fala Thiago. - Ele só...
    - Porque se precipita em dizer que não sou um demônio, Thiago-sama?
    Todos olham o ninja.
    - O clã que eu fundei acredita que morri no dia que executei Mishato. Sou desprezado pelos deuses, rejeitado pela morte e pelo tempo. Condenado a viver entre pessoas que já me esqueceram. Para mim, estou vivendo um inferno.
    Win-hen procura lembrar das lendas sobre os shinobis em sua mente, como nenhuma lhe causa boa impressão ( shinobis estão incluídas nas criaturas mágicas que o explodem, ele não gosta disso) ele procura se afastar do ninja.
    -Feiticeiros, demônios, deuses...Onde eu fui me meter – balança a cabeça desaprovando sua má sorte – é o destino...Que clã você fundou? – pergunta o bárbaro lembrando de sua missão, apesar de todo o temor que a criatura causa a ele.

    (...)
    Um clarão cega momentaneamente os heróis... e o som desorienta todos. Com velocidade incalculável, três objetos se movem pelos arbustos...
    Win-hen saca sua espada realizando um movimento fluido com a espada em direção a seja lá o que for que passou nos arbustos.
    -Boa hora para lutar sem os olhos não é gaijin? –O bárbaro sorri.
    Win-hen atacara qualquer coisa que conseguir “enxergar” e saiba que é um inimigo.( eu não sei como funciona lutar as cegas, então imagino que o inimigo tenha que se aproximar para que ele possa atacar neh)

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    Hehehe ^^

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  3. - Política... - rosna Win-hen. - Por causa disso os Tsé podem levar minha aldeia à guera!

    ***
    - A guerra não é ruim, ela força avanços que sem ela não seriam obtidos pela falta de necessidade e de esforço, com ela surgem heróis e lendas que inspiram a todos, inclusive aqueles que sonham com a paz. - outra lição de seu avô, era estranho sentir as lágrimas rolando, não iria se acostumar com isso.
    - Qual é o problema com a sua mente Gaijin? – diz Win-Hen realmente rosnando dessa vez – A guerra não é ruim? Não existem heróis na guerra, feiticeira. Você já esteve em um campo de batalha? Você já viu os inimigos se matando? Você já viu o sangue rolando, as crianças sendo degoladas e as esposas sendo estupradas? Imaginou? Então imagine isso na sua cidade, com os seus amigos e parentes. Essa guerra boa que você diz, que tem tudo isso que eu falei, pode acontecer na minha aldeia. Cuidado com as suas palavras, feiticeira. – Win-hen contempla o céu lembrando dos campos de arroz da sua casa.

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  4. Eh...impressão a minha ou tá faltando alguma coisa? ^^

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  5. - Não sou eu segurando um filho de Dai-samurai pela gola... - fala Irônico o Yioukai-gato.
    - Filho de... - gagueja Thiago encarando Kamlin. - Esse pirralho é filho de ...
    - Precisamente. - fala Nagata, chegando ao local, com a mão na bainha. - Meu filho... Que você sacode como um saco. Foi mais ou menos assim que ficamos ano passado, Thiago-sama... E não vejo Asuka aqui para te salvar de novo...


    — Deposite gentilmente o filho de Nagata no chão, senior Thiago. - aconselha Therak. - Saudações, senior Nagata. Tivemos uma acolhida um tanto... movimentada da parte de seu filho e companhia. Talvez devêssemos ignorar mutuamente os mal-entendidos, não concorda?



    - Nós estamos de castigo! - fala o pequeno meio-youkai. - Não devemos deixar as dependências. Era um teste, seus bobos!
    Nagata dá um sorriso aprovador. Yoko sai atrás do serviçal.


    Therak lança Veritas novamente aos ares, em vigília contra os corvos bisbilhoteiros. Desta vez a instrução era: enquadrar e abater. Retorno em altitude elevada.

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  6. Olá,

    Gentem, tô com prova pra segunda. Eu respondo segunda, tá certo?
    Foi mal pela não resposta no findi, mas tava lendo livros de ética...

    Atenciosamente,
    Leishmaniose

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  7. off: Eh, Conepa... metade dessas ações vc passou escondido como uma poça d'água...

    A cena com Yoko já era na casa de Nagata. Qualquer um estranharia uma "poça móvel".

    Redefina.

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  8. Off: Só uma dica Conepa... Coloca suas ações em negrito.
    Ainda Off: Hardman, deu uma preguiça lascada de responder esse, to sem tempo ainda por cima. Malz, mas esse fica sem ação XD

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  9. - Como nunca antes. - fala Nagata. - O Daymao viaja para convidar ROnins a juntar suas forças. O Daymato foi enfraquecido com o massacre da bruxa vampírica ano passado. Eu tomei liberdade de buscar campeões em potencial no Monastério em que eu e Asuka ...

    Nagata fica severo, encarando Chan.

    - Soube que ele decidiu por limpar a honra dele e da família. - continua ele cerimonioso. - Foi o melhor a fazer, embora jamais acreditei que Grilo Feliz fosse capaz. Ele desprezou a herança Wenhajin até o último instante em que conversamos.

    - D... Desprezou? - pergunta Kaede. - O que há para se Desprezar?

    Chan e Noiro se encaram.

    - Kaede deve conhecer a verdadeira Wen-ha para tomar sua decisão. - fala Chan. - A face bela, e a face triste. Asuka, meu irmão, tinha ideais e visões que não poderiam ser aceitas pela filosofia Wenhajin. Foi banido por isso...

    - Que ideias eram essas?

    - Ele era contra divisões de classes... - fala Chan. - Ele defendia a vida como direito maior que a honra. Questionava o direito divino dos Shoguns...

    - Esses crimes foram expugnados com seu ritual de purificação. - fala Nagata. - Chega de macular o passado dele. Apesar de sermos oponentes, eu o via como um amigo.

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  10. - Se não depender de suas energias no futuro, eu agradeço, Cymasi... - fala Chan. - Mas sua história... Hardman não tem autoridade para impor membros em nosso...

    - Deixa ela, Chan... - fala Dex, com um pano úmido lavando um ferimento. - Uma mocinha a mais não faz mal... Ainda mais sabendo curar.

    - Bem, se for todo aquele papo de xadrez cósmico, teoricamente nosso time tá completo: os sete cruzados mais o H... só se agora a gente meio que tiver contando com os peões. - divaga o elfo.

    Melhor não pensar dessa forma Del. Lembre-se que os peões são peças sacrificáveis, e eu não estou disposto a morrer tão cedo. diz GHororion sorrindo Prefiro imaginar que todos juntos somos uma das grandes peças, ainda manipuladas, mas mesmo assim importantes.

    (...)

    - Tatsugatana. Noiro, sua vida pode até ser um inferno, mas você só se tornaria um demônio se aceitasse e acomodasse a ela e não lutasse para que ela mudasse. - fala Thiago.

    - E possivelmente ainda gostasse disso, coisa que obviamente você não faz.

    Os infernos existem para serem superados, Noiro-sama. Acho que as palavras de alguém que nasceu sendo considerado uma aberração devem pesar um pouco em seu julgamento.

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    - A guerra não é ruim, ela força avanços que sem ela não seriam obtidos pela falta de necessidade e de esforço, com ela surgem heróis e lendas que inspiram a todos, inclusive aqueles que sonham com a paz. - outra lição de seu avô, era estranho sentir as lágrimas rolando, não iria se acostumar com isso.

    - Isso me lembra uns rolos que teve uma vez com um grupo de clérigos de Nivee que achavam que a geurra era necessária pra paz, mó rolo... Acho que eles foram excomungados ou coisa do gênero.

    As batalhas devem ser evitadas, nenhum mal justifica o bem. Alguém que faz o mal, mesmo que com a melhor das intenções, é maligno, independente de sua boa vontade. Guerras são erradas, e esta não é diferente.

    GHororoin

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  11. - Esse eu conheço... - fala Chan. - Shorian Yatah, Senin feiticeiro de grau 19. Conhecido por "o Escorpião" por atuar mais fora de Wen-ha do que nela, e por conjurar um escorpião gargântua como técnica suprema. Ele deveria pleitear o grau 20 desafiando o Daymao Shorian há pelo menos oito anos.

    [DEL]- Deveria? O que impediu o cara que invoca um escorpião gigantesco de tentar?

    - Ninguém sabe, Del. - fala Chan.

    [Thiago]- Ora, ora, Nanico! Eis que nos encontramos novamente! Não preciso do Asuka pra me salvar e você sabe que eu me garanto, nem que seja em meu espírito. Afinal, a morte é só uma passagem para quem tem uma alma imortal. Mas gracejos à parte, como tem passado?

    - Alguém conhece um bom clérigo de Noror? Sò pra encomendar o corpo, a alma a gente vê daqui a trezentos anos de novo. - sussura o elfo para Vilo e Dex.

    Thiago solta o jovem, ignorando o moleque.

    — Deposite gentilmente o filho de Nagata no chão, senior Thiago. - aconselha Therak. - Saudações, senior Nagata. Tivemos uma acolhida um tanto... movimentada da parte de seu filho e companhia. Talvez devêssemos ignorar mutuamente os mal-entendidos, não concorda?

    - E antes de qualquer duelo de honra, já tem uns dois deuses maiores atrás da cabeça dele, vai ter que pegar senha e ir pro fim da fila.... - informa o prestativo elfo. - Deve tá na altura de Goldraf agora.

    - E quem não garante que eu farei o serviço para os deuses? - sussurra desafiador Nagata.

    - Chega! Eles estão comigo, Nagata. - interrompe Chan.

    O samurai bufa, e indica o caminho.

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  12. - Deixa ela, Chan... - fala Dex, com um pano úmido lavando um ferimento. - Uma mocinha a mais não faz mal... Ainda mais sabendo curar.

    - Bem, se for todo aquele papo de xadrez cósmico, teoricamente nosso time tá completo: os sete cruzados mais o H... só se agora a gente meio que tiver contando com os peões. - divaga o elfo.

    Melhor não pensar dessa forma Del. Lembre-se que os peões são peças sacrificáveis, e eu não estou disposto a morrer tão cedo. diz GHororion sorrindo Prefiro imaginar que todos juntos somos uma das grandes peças, ainda manipuladas, mas mesmo assim importantes.

    - Mesmo eu odiando o fato de eu não estar manipulando, e sim estar sendo manipulado, eu concordo com o H... Mas lembre-se, um simples peão pode se tornar a peça mais forte do jogo.

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  13. - Se não depender de suas energias no futuro, eu agradeço, Cymasi... - fala Chan. - Mas sua história... Hardman não tem autoridade para impor membros em nosso...

    - Deixa ela, Chan... - fala Dex, com um pano úmido lavando um ferimento. - Uma mocinha a mais não faz mal... Ainda mais sabendo curar.

    - Bem, se for todo aquele papo de xadrez cósmico, teoricamente nosso time tá completo: os sete cruzados mais o H... só se agora a gente meio que tiver contando com os peões. - divaga o elfo.

    - Mesmo eu odiando o fato de eu não estar manipulando, e sim estar sendo manipulado, eu concordo com o H... Mas lembre-se, um simples peão pode se tornar a peça mais forte do jogo.

    - Também detesto essa idéia de ser manipulado... - resmunga o felino - Não sei porque não pulei fora disso ainda.

    (...)

    - A guerra não é ruim, ela força avanços que sem ela não seriam obtidos pela falta de necessidade e de esforço, com ela surgem heróis e lendas que inspiram a todos, inclusive aqueles que sonham com a paz. - outra lição de seu avô, era estranho sentir as lágrimas rolando, não iria se acostumar com isso.

    - Isso me lembra uns rolos que teve uma vez com um grupo de clérigos de Nivee que achavam que a geurra era necessária pra paz, mó rolo... Acho que eles foram excomungados ou coisa do gênero.

    - A guerra... não é ruim? - comenta Dex - Onde foi que o Capitão encontrou essa? Agora vejo porque mandou para nós... pelo menos ela cura, não é querida?

    (...)
    Therak passa à percepção por radar, mas a desorientação causada pelo som tonitroante não tinha input alternativo para ser superada. Veritas, entretanto, estivera fora do alcance do ataque.
    "Veritas, disparos de alerta!" - orientou Therak, para que o falcão usasse seus disparos sônicos a fim de manter os intrusos longe dos Cruzados até que estes se recuperassem.

    - Ai mainha... diz o elfo ofuscado, de nada adiantariam suas flechas teleguiadas se ele não pudesse ver... Ele se lembra e carrega o Alcance da Luz, quem sabe?

    - PORCARIA! DE NOVO! - reclama o felítrius, aproximando-se de Win-hen - Acho melhor você treinar comigo logo!

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    Então todos percebem outro... Ou melhor: Outra. Era uma jovenzinha aparentemente 10 anos. Ela parecia nervosa com tantos encarando-a... Aponta a mão e um breve brilho sai da ponta dos seus dedos. Mas fora algumas flores de cerejeiras, nada extraordinário acontece.

    - Olha só que bunitinhu... Thiago, que tal convidar ela pra fazer os efeitos no próximo dia dos namorados?

    - BWUHAUAHUAHAUHAUH! Mas o que é isso?
    (...)

    - Ora, ora, Nanico! Eis que nos encontramos novamente! Não preciso do Asuka pra me salvar e você sabe que eu me garanto, nem que seja em meu espírito. Afinal, a morte é só uma passagem para quem tem uma alma imortal. Mas gracejos à parte, como tem passado?

    - Alguém conhece um bom clérigo de Noror? Sò pra encomendar o corpo, a alma a gente vê daqui a trezentos anos de novo. - sussura o elfo para Vilo e Dex.

    - Com a nossa sorte vai ser fácil arranjar um...

    (...)
    Chan cora. Thiago se arrepia.

    - XD To gostando desse Noiro. - comenta o elfo para o halfling e o felítrius.

    - Bem sutil ele, não?

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  14. - Eu nunca vi nada assim antes. - responde Noiro, encostando o ouvido e tentava traduzir o que ouvia. - "Eles acharam o tubo"... "Eu disse que não ia funcionar"... "você é um bobão"... "honra de meu..." alguma coisa, alguma coisa... "Sintirão a fúria de minha espada".

    - Parecem ... Goblins discutindo! - sussurra Vilo. - Tem Goblins aqui?!?

    - Mas que PORRA é isso? - resmunga Dex - estão criando kobolds em Wen-ha? Eu pensei que aquilo de kobolds samurais era onda do pessoal da taverna!

    - Shh... uma porta se abriu! - avisa Noiro. - "vamos agora..." Alguma coisa... "Troveje, irmã!". Ou algo assim...

    (...)

    -Boa hora para lutar sem os olhos não é gaijin? –O bárbaro sorri.
    Win-hen atacara qualquer coisa que conseguir “enxergar” e saiba que é um inimigo.( eu não sei como funciona lutar as cegas, então imagino que o inimigo tenha que se aproximar para que ele possa atacar neh)

    - Demorou! - diz Dex, sacando suas espadas e girando-as no ar.

    Win-hen, Thiago e Therak eram os únicos que com algum custo resistiram à desorientação, Fora Noiro que instantaneamente empurra Kaede por uma sombra e some do campo de batalha.

    - São três! - urra Thiago. - Mas não posso vê-los!

    - Consta sua presença no radar, nos cercando. - fala Therak. - Um esgueira-se em uma árvore. Segundo, entre moitas. Contudo, nem mesmo ao espectro invisível os mostra...

    - O que isso quer dizer, criatura? - pergunta nervoso Win-hen.

    Therak baixa o olhar e com raios x percebe o vulto, mudando de posição.

    - Eis o motivo... - fala Therak. - São pequenos... MUITO pequenos...

    - Peraê que vou bater neles pelo cheiro... Kobolds miseráveis!

    - Passarinho lindo! - fala uma das atacantes, com a aproximação de Veritas.
    A ave transmite a Therak o contato visual a Therak. Era uma criaturinha angelical. Ela estende a mão a Veritas, que plana à sua frente.

    - Kami sua boba! - urra o segundo. - Ele está com eles!
    O grito do irmão assusta-a. Um encanto de reflexo é lançado.

    Veritas surge de uma moita, parcialmente congelado, mas alça vôo logo depois. Sem dano algum.

    - Atrás de nós! - fala Therak.

    - PELA HONRA!!! - grita o segundo. - BANZAAAAAIIII!!!!
    Um vulto lança-se no ar com velocidade inacreditável. Em suas mãos, uma arma a ser branida.
    Win-hen reage prontamente, sacando a Dai-katana em um corte em arco, atingindo a arma do adversário, e cortando-a com facilidade que impressiona mesmo o bárbaro.
    O vulto, continua sua trajetória no ar... Agora desarmado. Devia ter 1,10 m. de altura... pesar menos de 25 kg... tinha cabelos brancos desalinhados e um kimono azul claro. Ele acaba sendo pego no ar pela gola por Thiago.

    - São crianças! - fala Thiago surpreso.

    - Meow?

    - Eu não sou criança! - urra o pequeno, inutilmente se debatendo. - Eu sou Samurai! E vocês são bandidos! Kami... Ataque com sua devastadora magia!!!

    - Mas do que está falando...

    (...)

    - Pera lá... - fala Dex. - Ô molecada... Não somos Ninjas não...

    - Mas estavam! - fala um terceiro, vindo de uma árvore nos arredores. - Há quanto tempo, senhor Dex...

    - Quem?!? - espanta-se o Felítrius.

    , encarando com um ar de descaso. Era o único tranquilo dentre eles... era idêntico a um gato laranja com roupas tão desalinhadas quanto as de Kamlyn. Seus olhos corriam entre os cruzados buscando rostos familiares.

    - Não se lembra mais de mim? Seu professor de idiomas?!? Katemaru!

    - O gato fantasma que libertamos na mansão de Kuroro quando enfrentamos Ivanova! - fala Thiago.

    - Hummm - Dex coça a barba - Bem que havia reconhecido um cheiro...

    Dex percebe então a semelhança entre aquele garoto-gato e o fantasma que encontraram na mansão de Kuroro... e etão percebe que os outros dois possuiam orelhas de animais.

    - Você não deveria ser mais velho? e ... mais morto? - pergunta Vilo. - E pelo menos mais educados?

    - É mesmo! Porque ninguém gosta de gatos?

    Off: Eu sempre respondo um ATO atrasado... que porcaria XD

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