O mensageiro encaminha-se respeitosamente até o líder da armada de Okinawa e relata tudo o que viu. Enumera e descreve cada um dos guerreiros Gaijins e então aguardam.
- [Não conseguiu ver armadilhas ou quantos soldados Nagata possui?] - pergunta Pluma.
- [Eles me vendaram.] - justifica o mensageiro. - [fora a presença da bruxa da água que o mestre destruiu ha poucas horas, nada de extraordinário me foi exposto.].
- [Você agiu bem.] - fala o líder mascarado. - [Então, Asuka Daiki mudou de nome e de identidade para fugir às perseguições... e eles se recusaram a entregá-lo, mesmo sob apelos de Nagata... Bom saber disso].
- [Você não vai levar a guerra adiante... não agora, ou vai, senhor?] - pergunta Pluma.
- [Eu pensaria em perdoar o incauto pelo assassinato frio de Tayguro por eu ter executado a bruxa das águas, mas como ela está viva, os gaijins me devem um. Por isso minha vontade é que fosse lá e exigisse que entregassem o assassino covarde.].
- [Eles se negam a entregar Asuka em troca de suas vidas, não vão entregar um guerreiro antes de um combate.] - argumenta a elfa.
- [Então, escapou de prestar seus serviços como minha espiã] - fala severo o general. - [irá cumprir seu papel ainda assim, mas na armada. Será minha protetora pessoal]
- [Está bem...] - fala ela. - [Com minha presença, Dex poderá moderar seus ataques... e com isso, os demais também... mas eu não confio no halfling... e eu soube que ele evoluiu muito.]
- [Mandem os batedores em atenção total, e os três Tenshey* devem...]
Therak e Veritas passam rasante diante das armadas.
- [... Devem abater aquele cretino voador e seu animal!]
Hykaru adentra no templo de Cronus. A torre era feita de mármore branco com padrões ininteligíveis. Não era muito alta ou possuísse defesas visíveis, mas toda a região até
Cruzar aqueles portões era igualmente desconfortável. De relance, o paladino da luz percebia vultos de pessoas que entraram e saíram no decorrer dos séculos. Alguns inclusive apontam e encaram, por menos de fração de segundos, apenas para desaparecerem logo em seguida.
O salão de entrada não tinha segurança ou proteção. Era anormalmente grande, como se a torre fosse mais ampla no interior que o exterior. Havia um jovem guerreiro de porte avantajado, mas paralisado em um eterno passo.
- Aqui em cima, Senhor Asuka! - grita uma voz conhecida, e cometendo a gafe da identidade.
- São três. - grita Therak, desviando momentaneamente de sua manobra. - Um porta-bandeira a cavalo e dois com blocos menores, um a pé e outro a cavalo.
- A estrada é o único acesso possível a grande número de pessoas. - pondera Nagata. - Um dos blocos dos arqueiros deverá contornar no sentido oposto precavendo ciladas... Mas não atacarão. O segundo, dará apoio ao exército principal... Eles possuem a maioria numérica, não têm motivo para inovar.
- Estas lanças não fazem meu estilo... - fala Thiago.
- Quer ter a chance de lutar em "seu estilo" contra cavaleiros montados? - fala Nagata, cada vez mais irritado. - Faça-o descer do cavalo!
- Thiago... - repreende Chan. - Há diferença entre nossas velhas ações heróicas e manobras militares. A falta de unidade pode condenar tudo!
- Exato, senhora. - fala Nagata. - A arte da Guerra Wenhajin mostra que exércitos antigos apoiados em heróis individualistas sucumbem diante de um exército moderno coordenado. O Império derrubou quase todos os seus oponentes assim.
- Minando o individualismo? - bufa Thiago.
- Não... Criando uma mente coletiva... Um corpo coletivo. - resmunga Nagata.
- Acho que não é hora para as moçoilas discutirem! - resmunga Win-hen. - Mas que os camponeses vão ser pisoteados pelos cavalos, irão sim...
- Confie neles, bárbaro. - fala nagata. - E mesmo se fosse o caso, não há mais volta... Lá vem a armada de Okinawa.
Hykaru adianta-se por uma escadaria em espiral que dava acesso a uma alcova branca estéril, onde em uma mesa hexagonal Cronus redistribuía pequenos objetos até então não identificados. Observando com curiosidade, Gororion, que encara com espanto a chegada do aliado.
- Que coincidência, senhor Asuka! - fala o arcano branco estendendo-lhe a mão.
- Na verdade, Asuka chegará quinze dias depois de você, mestre Gororion. - interrompe Cronus. - Mas como haverão dúvidas e perguntas, acredito que eu deva me repetir o mínimo.
- Então sabe o que eu vim fazer aqui, mago? - pergunta Hykaru.
- Na verdade, cada vez que você pensa sobre isso, um novo conceito se forma. - fala Cronus. - Logo, só saberei quando o momento for o Presente e você pronunciar.
- O jogo de Dee-jihn... As peças de xadrez que você usava como metáforas... Há ligação, não?
- Curioso... - ri o mago. - Tantas vezes reformulou este momento em sua mente e regressou ao mais básico... Ao princípio.
- Eu concordo com Hykaru que o conceito da Guerra de Dee-jihn e o xadrez é mais que coincidência. - fala Gororion. - E embora não possa revelar o futuro, com certeza você pode revelar o passado. Por isso viemos.
- Um pensamento sábio. - fala o mago. - Mas após concluir que o futuro se assemelha e copia à minha ação passada, pode-se projetar os eventos, e assim, revelando-lhes o passado, revelo também o futuro. A linha cronal é definitiva nesse aspecto. Não pode ser enganada.
- Então, viemos aqui para nada? - pergunta o paladino.
- Na verdade, já havia me decidido por avisar sobre os eventos vindouros. - fala Cronus concluindo o que ajeitava sobre a mesa. Na beirada da mesa, quase pendurando a ponta do tabuleiro para fora, estava uma tábua de xadrez, com as oito peças principais.
- Reconhecemos este jogo. - fala Gororion.
- Mas não é o jogo que esperam...
Com um gesto, cinco outras composições similares surgem em cada um dos cantos da mesa. Também apenas com oito peças - duas torres, dois cavalos, dois bispos, rei e rainha - nas extremidades mais distantes. As cores deles variavam entre o verde, azul, branco, vermelho, amarelo e negro.
- Este é um jogo criado pelos elfos balkaz, devotos de Dee-jihn. Uma linhagem que não sobreviveu ao grande inverno. As peças originais eram diferentes, mas Dee-jihn mesclou o tabuleiro com o Xadrez... Vejam o centro.
Um novo tabuleiro, menor e hexagonal ao invés de quadrado, unia os seis tabuleiros.
- O Xadrez balkaziano dava a cada um dos seus seis jogadores oito peças principais, oito peões, um território, e cem barreiras.
Surge nos tabuleiros as peças mencionadas: oito peões e cem peças das mesmas proporções de um quadrado do tabuleiro, mas postado verticalmente, formando um minúsculo labirinto.
- E como se joga este jogo?
- Ah, posso ensinar-lhes as regras. - fala o mago. - Não são fáceis, mas é bom que vejam quão vulgar e minimista seria esta nova missão.
-"Seria"? - observa Asuka.
O Arcano misterioso que seguia com os três arqueiros tomava uma estranha porção azul fluorescente, poucas dezenas de metros atrás do batedor do grupo que se esgueirava pela estrada atrás de armadilhas.
Veritas passa em um vôo rasante, e o paralisa com o urro. Logo depois, Therak investe velozmente erguendo-o no ar e carregando-o, intencionado leva-lo para longe.
- Tente agora. - fala o feiticeiro.
Um dos arqueiros dispara sua flecha. Em fração de segundos, Therak percebe-a, certeira e como se guiada por mágica, em sua direção. Outra análise indicava temperatura extremamente baixa. Deduzindo do que se tratava, ele ergue seu escudo.
Refazendo a trajetória no sentido inverso, a flecha atinge o arqueiro que a disparou. Uma camada de gelo o imobiliza.
- [Como imaginei...] - resmunga o mago. - [Ele sabe se proteger de ataques à distância... e Voa para fugir dos ataques a curta distância...]
Mal fala isso, um leve tremor é sentido, e logo depois, um cavalo de outro arqueiro é engolido pela terra. O arqueiro salta em segurança.
- [Ah, dominam céus e terras] - gargalha a criatura. - [Bem, vamos nos livrar desse nosso maldoso intruso...]
O arcano desmonta e toca o chão, recitando palavras de teor diabólico. O solo ao redor se torna escuro e um cheiro fétido é sentido. Um urro bestial lamurioso é ouvido.
- [O voador iluminado!] - observa o último, único ainda montado.
- [Ele poderá ser uma distração... e já sei que ele pena com energia negativa... voltem ao mestre e sigam com o exército... eu cuido do miserável]
O arcano começa a levitar lentamente, até uma altitude respeitável. Seus movimentos eram mais contidos, e ele recitava mais daqueles feitiços.
- Quer dizer que... A guerra tão proficiada por Dee-jihn, é um mero jogo de arena com apostas?
- Exato. - fala o mago, apontando-lhes cadeiras (que não existiam ha um minuto atrás). - Asura possuía receios de ingressar nesta... Brincadeira de deuses, por receio a vocês... Mas não faria tal destrato a Dee-jihn. Mesmo assim, ao contrário da maioria dos sultões elementais, ela tornará a participação facultativa...
- Thiago e Spaniel não hesitarão em entrar. - fala Gororion. - Na verdade, muitos dos nossos tem motivos de maior ou menor grau para tanto... Mas nem todos. Se eu tivesse descoberto sobre esta natureza amena ha uma semana atrás, com certeza agradeceria a oportunidade e dispensaria... Mas...
- Mas descobriu algo sobre o Jogo de Dee-jihn no livro da Verdade, não? - fala Cronus com um sorriso. - Dee-jihn tem planos mais elaborados para esses jogos... Mais do que os seis sultões imaginam. Planos que remetem à própria criação.
- Que planos?
- O destino é muito difícil de controlar. - fala o mago, observando cada uma das tábuas com interesse de quem estava prestes a fazer uma manobra. - Eu mesmo, meramente faço mudanças superficiais... Efeitos terrenos com destinos mortais. Quando tenho sorte, alguns reinos reagem como eu espero. Mas os Grandes deuses, com sabedoria e percepção fora da escala compreensível aos mortais, planejam a realidade com precisão que invejaria aos mais sábios dos deuses menores. E da mesma forma, são capazes de ocultar seus intentos, até mesmo de seus iguais. Se o plano de Dee-jihn for tão grandioso assim, lembrem-se que, embora esteja expulso do panteão e com poderes sensivelmente reduzidos, ele ainda é o último dos Primarcas, contemporâneos dos deuses maiores e anterior à vida... Anterior à própria estrutura do que hoje chamamos de ... Meliny.
- Isso seria a forma de Spaniel dizer "Eu não faço idéia"! - bufa Asuka. - Fizemos jornadas longas para ouvir tão pouco, mago...
- Sei que tem em seus ombros frustrações e obrigações de seu novo cargo, Asuka Daiki. Mas tenha olhos mais vívidos em grande escala. Quando possível, alerte seus companheiros, mas lembrando que os domínios de Asura também pertencem a Dee-jihn. O senhor dos desafios fracassou uma única vez em toda sua existência. Esteja pronto a fazer sacrifícios e vislumbrar o panorama geral, não o que é mastigado e posto à sua frente.
Começa a marcha. Metade da estrada vencida e um trecho mais íngreme obriga a fila a ser mais estreita... E enfim, encontram-se com o agrupamento. Nagata, Thiago, Chan,. Win-hen, Cymasi permaneciam em prontidão, junto com os quatro soldados.
Os arqueiros deveriam elimnar os arqueiros de Okinawa de uma posição superior , para garantir a Nagata e seus homens a chance de combate corpo-a-corpo. Segundo Nagata, bastaria a Del acompanhar os movimentos dos demais.
Del, em um canto privilegiado da encosta com os demais arqueiros, fazia mira e preparava para disparar quando é detido por um dos arqueiros.
- Esperar. - fala ele. - Atirar arqueiros!
- Eu estava mirando em um arqueiro.
- Não... Esperar... Usar tamanho... usar greidade...
- Grei-o-que, Wenjaca?
- Grei-vi-de-de...
- "gravidade"?
- hai! - sussurra ele. - Gradivade nosso favor. Dobro nosso alcance.
- Alguém aí sabe meu idioma? Élfico? Até o idioma do melekashiro!
Os dois grupos se encaram. Cornetas intimidadoras vindas da armada de Okinawa ecoam pelos vales e pelos corações daqueles últimos defensores. Nenhum dá um passo atrás.
- Pensei que Dex ia usar o Colosso da Esmeralda para nos ajudar... - sussurra Chan.
- Aguarde ele deixar seu esconderijo. - fala nagata. - Felizmente Therak liquidou o rastreador e o líder não deu importância a isso...
- Não vejo Therak-sama... - observa Win-hen olhando os céus.
- Droga... - resmunga Nagata. - Ele deve ter encontrado dificuldades...
O Líder Okinawa estava no centro da formação. Mais alguns metros, e começando a confusão, Armage-vânova lançaria suas brumas e começava a manobra. Ele estudava os oponentes.
- [Nem todos os que o mensageiro anunciou estão lá]. - fala o Líder. - [Eles acham que somos burros?]
- Se atacarmos direto, cairemos na armadilha deles... - fala Pluma, agora em Melinês. - E você viu quem está lá? Na linha de defesa?
O líder okinawa coça o queixo debaixo da máscara rubra.
- Mandem os arqueiros. - fala ele. - Todos eles.
Os três arqueiros de elite adiantam-se... seguidos por um jovem carregando um estandarte. Logo depois, uma dezena de homens com arcos esgueiravam-se entre os cavalos e fazem mira nos oponentes do outro lado. O camponês mais idoso tenciona a abaixar-se e pegar o escudo, sendo detido por Nagata.
- Temos que encoraja-los... - fala o Samurai.
- MAIS?!? - bufa Thiago enfurecido.
Com um comando, uma tempestade de flechas começa. Nagata dá o sinal, e todos erguer os escudos gigantes. A proteção é efetiva, mas três escudos são estraçalhados: um deles, o de Thiago.
- Que droga! - urra ele. - Os três "arqueiros bons" tem flechas especiais!
- Cymasi! - urra Chan. - Eu te cubro! ajudem os feridos!
- Eles têm flechas especiais... e nós temos as nossas! - grita Nagata.
Nisso, o primeiro dos arqueiros de elite recebe uma flecha trespassando seu ombro. Logo depois, em cadências ponderadas, Del e os demais arqueiros de Nagata começam a atirar.
- [Arqueiros em terreno alto!] - grita um dos arqueiros de elite. - Estão fora de nosso alcance! Aproximem-se deles!
E então percebem que tal deslocamento teria de atravessar o pelotão em si, expondo-os ainda mais e atrasando-os.
- Ah! "Gravidade do nosso lado"! - fala satisfeito Del. - Agora entendi... posso usar minhas flechinas então?
(off: Del: Descreva seus ataques)
- [Não podemos atingir os arqueiros desta posição!] - grita o Líder. - [Cavalaria, AVANÇAR!!!]
- O rastreador ignorado... concentração dos arqueiros... - fala Nagata. - Não acredito que tivemos tanta sorte com dois erros como estes. Às Lanças!
Os escudos são dispostos à frente, auxiliando a sustentar as lanças apontadas para cima quando os cavaleiros se aproximavam. Os dez samurais de Okinawa estavam com eles.
- MAIS ALTO! - gritava Nagata. - Forçem-os a saltar! Forçem-os a se espetarem!
- Lá vem... força!
Os soldados praticamente se jogam nas lanças altas, e os cavalos, feridos, desfaziam as formações. Quando Kioru, parado poucos metros atrás, emergiu urrando e entrando no combate, nem mesmo os orgulhosos garanhões de guerra permaneceram.
- [Esmaguem!]- urra o Líder. - [Esmaguem os Gaijins, e os Genins! Mas asuka-chan e Nagata serão trazidos a mim com vida! ESMAGUEM!!!]
- Largar lanças! - grita Nagata. - Fechem o caminho, e lutem!
A tropa começa a marchar
Win-hen, então, mostra-se como elemento decisivo. Com um urro, ele adianta-se à formação. Aos olhos dos samurais, um demônio com um dragão vivo urrava na direção deles... e enfim, cedem terreno aos defensores.
Enfim as tropas a pé se aproximam, divididos por Win-hen e CHan, agora montada no grifo a branir sua lança-trovão em posição favorável, e abusando a força física de seu grifo.
Estavam todos na posição. Armage-vânova lança seu encantamento. Um anel de névoa se forma, e em seguida investe na direção do centro de sua circunferência: O Líder Okinawa.
Os guerreiros rubros que lá estavam se espantam e recuam. Mas o Líder okinawa era em particular o mais assombrado com tal manobra. Ele urrava instruções em Wenhajin (logo, incompreensível ao "grupo de resgate") e saca sua espada.
Dex é o primeiro a surgir entre as brumas, e percebe, apesar das roupas de guerra e do chapéu cônico, a elfa negra ao lado do líder. Pluma Negra estava ha poucos metros dele... Michelle...
... O plano de usar a ônix parecia frustrado.
(Off: num primeiro momento, os soldados nas brumas estão surpreendidos. Mas não parecem dispostos a se entregar. Estão em vantagem de 9 para 1(pelo menos o Líder e Pluma Negra deveriam ser combatentes mais eficientes). Therak percebe o feiticeiro flutuando logo atrás dele... deve decidir se o confronta ou se deixa aquele lugar para sua formação original - o que garantirá um "ataque de oportunidade" ao inimigo).
A frente de Nagata estava segurando bem a sua posição, mantendo seu terreno, mas movendo os oponentes. No exato instante, 2 dos 4 soldados civis estão feridos precisando de atendimentos. Nagata e Win-hen estão feridos, Chan não tanto, graças talvez à força de Kioru. Os arqueiros de Elite correm na "contramão" para tentar eliminar os atacantes arqueiros.
- Vejamos.... Tem uma brincadeira que eu to tentando experimentar...
ResponderExcluirOff: Del usa aumento de dano em si mesmo e depois um Ataque Múltiplo máximo (acho que são 5 ataques a mais por causa da H5)... acho que o custo é de 12 PMs. Caso dê pro elfo mirar nos samurais da escolta do líder do exército, ele vai atacá-los, caso não ele manda no exército mesmo.
Caso ele consiga perceber que Dex vai usar em algum momento a ônix, ele vai lançar uma flecha ofuscante instantes antes (bem, Dex tem a braçadeira dele, Win-hen luta às Cegas, H pode ver pelo miasma eu acho e o Vilo.... bem, se ferrou).
Resultado:
ResponderExcluirNagata tomba. Ele esperava que os arqueiros fossem eliminados, mas não foi o que ocorreu com a mudança repentina de Del.
Dex ainda se decidia sobre o que fazer quando a saraivada cai atingindo quatro dos defensores de Okinawa mais Pluma Negra, que cai no chão e se arrasta para traz do cavalo do Lider.
- [O alvo somos nós!] - grita Okinawa, antes mesmo de todos estarem em prontidão. - [Recuar, pelotão! Toquem a corneta pedindo apoio dos Arqueiros contornando!]
- O que o Elfo está fazendo? - protesta mentalmente Dex. A marcha invertida o surpreendeu... alguns samurais próximos o avistaram.
olá...
ResponderExcluirCymasi vê que a situação está muito difícil, que a intenção de capturar a bandeira, digo general inimigo estava indo pro buraco, então ela olha para Win-Hen em sua fúria, Nagata caído, os arqueiros recuando e pensa:
"Nossa chance"
Cymasi se transforma em poça e vai pra dentro da armadura de Win-Hen, lá ela diz para ele, só para ele:
- Vamos capturar Okinawa, você ataca e eu te curo, corre!
Conepa on Cymasi
ResponderExcluir- [Mandem os batedores em atenção total, e os três Tenshey* devem...]
Therak e Veritas passam rasante diante das armadas.
- [... Devem abater aquele cretino voador e seu animal!]
(Off: Quem aquele orgânico está chamando de "animal"?!!)
O arcano começa a levitar lentamente, até uma altitude respeitável. Seus movimentos eram mais contidos, e ele recitava mais daqueles feitiços.
(...)
(Therak percebe o feiticeiro flutuando logo atrás dele... deve decidir se o confronta ou se deixa aquele lugar para sua formação original - o que garantirá um "ataque de oportunidade" ao inimigo).
Se for abatido ou mesmo perder mais PMs e/ou PVs Therak não poderá ser efetivo no plano vindouro... então Therak & Veritas aproveitam a fase de preparação do feitiço do feiticeiro para seu próprio ataque: paralisante de Veritas (empregando 3 PMs para a paralisia durar 3 turnos). Em sendo bem sucedido, duas coisas podem acontecer: se o feiticeiro não for humano, ele o deixa lá para cair; se ele for humano, então o construto apanha-o para colocá-lo no chão, então o deixa lá para voltar ao plano.
Uma névoa densa começa a se formar ao redor do feiticeiro... uma névoa obscura que absorvia a luz do ambiente... ainda mais intensa que aquela das flechas ha pouco.
ResponderExcluirO feiciteiro aponta na direção de Therak e gargalha...
...
Mas não consegue descrever o gesto final, sendo atingido pelo grito atordoante de Veritas (off: Não é dessa forma que Paralizia age, Therak, mas...).
Therak temia que a queda fizesse mal a ele... mas ele voava com encantamento de levitação... mesmo desorientado, ele permanece flutuando no ar. Therak tem a chance de recuperar sua posição.
Ele chega quando a manobra começa... tudo corria bem, até que Del troca sua função por atacar os protetores de Okinawa... Õs arqueiros de elite se aproximavam... Nagata estava fora de combate (mas ainda vivo), e só Therak não estava com posição comprometida.EDITANDO: A armadura de Win-hen não comporta o volume de água que é Cymasi.
ResponderExcluir"SMERG!!!"
Cogitou Therak ao perceber que o adversário havia desvendado o ardil, comprometendo o contra-ataque planejado. Os defensores de Kaira Okinawa estavam na defensiva, mas o Grupo de Captura não teria tempo de executar qualquer manobra contra um exército manobrando de encontro a eles.
"Está na hora daquele apoio aéreo!" - complementa Therak, sacando o Chifre de Nalkbathaãns. Voando num arco côncavo diante das tropas convergentes, o construto sopra o instrumento na direção do solo rochoso, esperando criar pelo menos um obstáculo temporário ao seu retrocesso, enquanto o radar afiava suas capacidades de esquiva contra qualquer ataque. Contava agora com a agilidade mental de seus colegas para tentar salvar uma mínima chance de cumprir o planejado.
(Off: Tomara que alguém do nosso lado... qualquer um... tenha MUITA sorte nos dados!)
olá...
ResponderExcluiro que não couber na armadura fica no chão arrastando, como uma aura de poça. :)
Conepa
':S
ResponderExcluirFaçamos o seguinte: Aguardemos o RAFA se manifestar se aceita seu plano.
De qualquer forma, vc abandonou 3 feridos (Nagata e outros dois) para se enroscar liquidamente no bárbaro...
PLANO ACME 015
Win-hen sente Cymasi enrolar-se em seu corpo e fazer sua proposta.
ResponderExcluir-Obrigado feiticeira...Adorei sua ideia - Diz o barbaro respirando fundo.
O barbaro sorri muito e dispara em furia em direçao ao general atacando violentamente quem estivesse entre ele e seu objetivo. Se chegar lah Win-hen primeiramente o derrubará do cavalo ( de preferencia arrancando as patas dianteiras) e depois atacará Okinawa com toda a força e furia.
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Agora se o mestre quiser continuar puxando o saco dos npcs... tchururu deixa pra lah ^^
Estavam todos na posição. Armage-vânova lança seu encantamento. Um anel de névoa se forma, e em seguida investe na direção do centro de sua circunferência: O Líder Okinawa.
ResponderExcluirDex suspira e diz, encarando a todos:
- Ok, vamos lá!
"Você está aqui... Eu posso sentir o seu perfume de ameixa... Ou pelo menos quero sentir esse cheiro de novo... Michelle."
Os guerreiros rubros que lá estavam se espantam e recuam. Mas o Líder okinawa era em particular o mais assombrado com tal manobra. Ele urrava instruções em Wenhajin (logo, incompreensível ao "grupo de resgate") e saca sua espada.
Dex é o primeiro a surgir entre as brumas,
"Ha-ha!!! Como planejado", pensa o felino.
e percebe, apesar das roupas de guerra e do chapéu cônico, a elfa negra ao lado do líder. Pluma Negra estava ha poucos metros dele... Michelle...
... O plano de usar a ônix parecia frustrado.
- Merda... merda, merda! - sussurra Dex.
Dex ainda se decidia sobre o que fazer quando a saraivada cai atingindo quatro dos defensores de Okinawa mais Pluma Negra, que cai no chão e se arrasta para traz do cavalo do Lider.
- [O alvo somos nós!] - grita Okinawa, antes mesmo de todos estarem em prontidão. - [Recuar, pelotão! Toquem a corneta pedindo apoio dos Arqueiros contornando!]
- O que o Elfo está fazendo? - protesta mentalmente Dex. A marcha invertida o surpreendeu... alguns samurais próximos o avistaram.
- HÁ! - grita Dex, quebrando a Esmeralda e ativando o colosso.
"Talvez eles pensem que sei usar magia... eles estão surpresos! É minha chance!".
Depois de quebrar a Esmeralda, Dex quebra o Diamante, recebendo o poder de voar (os outros do grupo também recebem). Ele então voará como um foguete (leia-se: Teleporte) em direção à Michelle, agarrando-a (mesmo à força) e lançando-se para cima, protegendo-a do que ele queria fazer.
Após isso, ele detona a ônix no exército inimigo e tenta aproveitar a rápida sucessão de fatos (que devem ter surpreendido os inimigos) para voltar para a mansão... espero que quem esteja no buraco também possa. O gigante verde (Hulk?) deve tapar o local por tempo suficiente.
Antes de detonar a esmeralda Dex diz aos amigos:
ResponderExcluir- Dêem um jeito de inutilizar o líder! - Dex baixa a cabeça por alguns milésimos de segundo - Me desculpem... preciso ir!
"Mas antes um presente para vocês!", Dex pensava sobre a ônix, enquanto sobrevoava o exército.