segunda-feira, 2 de janeiro de 2006

Ato IV prelúdio: O Sincero desafio do dragão verde 我是绿色资深龙


 


 


 


绿 



 Por dois dias caminharam margeando o deserto escuro no coração de Wen-ha, tendo sido atingidos por um terremoto nesse ínterim, mas nada extraordinário ou de nota.


 Nenhum sinal dos corvos ou de qualquer espião em potencial por todo esse tempo. O clima árduo desestimulava sequer a vida normal, muito menos um ataque dos inimigos naturais daquela região agreste.


 Noiro parecia bem-treinado em sobrevivência em desertos, guiando-os tão bem quanto faria Hikaru ou Spaniel. Apesar de ser incapaz de criar água potável, Cymasi podia encontrar pequenos lençóis e oásis, garantindo a sobrevivência quando o líquido estava esgotando-se.


 Noiro não se afasta de Kaede em instante algum da viagem. A gueixa recebia cuidados especiais por ser a mais frágil do grupo. Mas durante a viagem inteira estava com outro humor. Alguns suspeitam que... Possa ter havido algo na aldeia aos pés da Montanha do Youkai, quando ela e o ninja passaram horas sozinhos.


 Noiro continuava distante a todos, mas particularmente calado. Respondia com sentenças curtas e falava o mínimo possível. Embora fisicamente não pudesse parecer, Noiro era o que mais sentia emocionalmente a viagem (Apenas Thiago e Vilo percebem isso)


 Enfim, no entardecer do terceiro dia, enquanto planejavam acampar quando num vale mais verdejante – provavelmente saindo do deserto escuro – surge um monastério deslumbrante, com um prédio central e vasto jardim.


- Que lugar é este, Noiro? – pergunta Thiago, percebendo que o ninja esgueirava-se por um bolsão de areia para observar melhor.


- Não faço idéia... – retruca Noiro. – Parece centenário... mas não deveria ter nada aqui!


- Todo o jardim verdejante... – sussurra Vilo. – Pode ser um dos desafios dos deuses... o de Luminahak...


- Não tire conclusões apressadas. – fala Therak. – Vejo um escriba pintando algo em uma tela a noroeste do casarão principal...


 Realmente um homem com feições cobertas por um gorro verde e azulado, usando o que vocês poderiam descrever como um pincel gigante, escrevia as runas Wenhajins numa tela de tecido.


- Sim, eu vejo. – fala Chan. – A tinta que ele usa ... É verde.


- Estranho, mon cher... Mas ainda não suficiente para tais conclusões. – fala Thiago. – Para vocês que não estão acostumados, a Caligrafia é uma arte em Wen-ha. Aquele tecido, feito por um mestre escritor, pode valer um bom tesouro, e ele parece ou demonstrando ou ensinando o grupo sentado a observá-lo.


- Thiago... Leia o que ele está escrevendo. – fala Chan.


 O mosqueteiro força as vistas um pouco, e entende a frase de cinco sílabas. Ele chega a repete com a boca sua sonoridade.


- Agora acho que seja o desafio dos deuses.


- O que ta escrito afinal? – pergunta Del.


- “Eu sou Midori Tatsusama”... – traduz Thiago sorrindo. – Vamos!


Os cruzados deixam seu esconderijo e, ressabiados, avançam na direção do monastério. Assim que estavam ao alcance da visão, os monges adiantam-se a eles, tomando-lhes os pesos e encaminhando-os ao mestre, que encerrava a escritura.


- Estão fazendo um bom tempo, meus jovens. – fala o senhor do templo. – Acredito que aceitarão minha hospitalidade por esta noite?


- Acredito que haja um ... Desafio para nós, senhor...


- Tudo ao seu tempo, senhores. Descansem e jantem. Tomem um banho e refaçam-se como puder, e então, encontrem-me no salão principal. Os anjos cuidarão de vocês.


- A... Anjos?


 Os monges desvestem seus troncos, e cada um faz surgir majestosas asas verdes de suas mantas.





 - [Meu mestre... O Corvo enviou notícias. Perdeu o rastro quando eles entraram no território dos Youkais da montanha. Mas rumaram para o Norte... e deverão intercepta-los em Fung Kyo.]


 Hyatah Shorian, o “Escorpião”, nada fala. Estava em sua armadura rubra, encarando do topo de uma colina, a cidade de Shora. O orgulho do clã que mil anos antes governou todos os Wensei, e hoje serve aos shoguns. A cidade estava particularmente animada com a disputa do Daymao em poucos dias. O clã Shorian mostraria sua força em arena a todo o reino, e deveria ser grandioso...


... Os gaijins não deveriam atrapalhar.






 Na ala feminina, em um grande ofurô, Chan, Kaede e cymasi relaxavam, com algumas anjas espalhando as flores e os sais aromáticos, garantindo com dons arcanos a temperatura da água e a iluminação do ambiente.


- Há uma biblioteca enorme na ala noroeste! – fala animada Cymasi. – Talvez tenha algo sobre a Guerra Elemental e...


- Não se anime tanto, Cymasi. – fala Chan. – Luminahak... Midori... É conhecido por ser o senhor de segredos. E mesmo se tivesse toda essa boa-vontade, Dee-jihn já ocultou informação dele antes. Além do mais, estamos em missão.


- Os dragões... Aparecem mundanamente para nós... – fala ansiosa Kaede. – Eu já me apresentei a daymaos... Mas não a um deus!


- [Por favor...] – Adianta-se Chan a uma das anjas que cuidavam do banho. – [Eu queria...]


- Fale no idioma do continente. – corrige ela. – Sou Dremagália, prima de Yssamael. Meu primo fala coisas boas de vocês.


- Perdoe-nos a indiscrição... Certamente não merecemos essa... Bajulação.


- Você queria nos perguntar algo?


- Sim... Quais as... Facilidades deste templo temos acesso?


- Qualquer uma que o Pai da Sabedoria não expressamente proibir. Qualquer quarto que não tenha uma tranca. A biblioteca que sua amiga busca, quase todos os livros de lá estão postados à sua disposição.


- Como assim? Algum não está?


- Vocês verão quando chegarem lá.






Thiago caminhava pelos corredores, admirando a estrutura. Realmente era um prédio típico de Wen-ha, perfeito em cada detalhe. Com exceção de Naron, todos os deuses até então pareciam esforçar-se para manter o clima.


-Posso acompanhá-lo?


Midori se posta a caminhar junto com o Mosqueteiro.


- Eh... Até parece que eu poderia impedi-lo, Senhor.


- Engana-se, meu jovem. A cada momento pedimos aos mortais que permita-nos entrar em seus corações e guiarmos seus passos. Ficaria surpreso quantas vezes me é negado estar ao lado de alguém na hora de tomar uma decisão.


- Eu estaria dentre os que mais fazem isso... – ri Thiago.


- Infelizmente não posso negar tal assertiva sem incorrer em mentira. Mas em momento algum deu as costas à nobreza... Ou à coragem.


- O desafio será envolvendo a Sabedoria e a inteligência... – fala Thiago. – E ou eu apelo para o que Allan me deixou de herança ou eu prejudico todos.


- Na verdade, eu tenho grande interesse em que vocês tenham sucesso em meu desafio. Parte por ser o orgulho de triunfar onde Shiro, Akai e Kuori fracassaram, mas também porque o derramamento de sangue é algo que não queremos à Experiência.


- “Experiência”?


- A Toda Meliny nós ensinamos a doutrina e deixamos a regência de seus destinos. Mas quando os Wenhajins ancestrais engoliram seu orgulho e clamaram por nossa ajuda, vimos uma situação inédita. Neste reino, redigimos suas leis e nomeamos seus reis diretamente. O panteão é minimalista aqui porque as demais divindades ou não aceita que limitemos a liberdade de um povo ou não possuem o interesse. Na Quinta Dinastia, regida por meu irmão Kioru Tatsusama, ele fará uma decisão: Ele deve comparar o que Wen-ha ganhou e o que perdeu. Se o reino deverá ser livre para se controlar como os demais reinos de Meliny, ou se todas as criaturas viventes e pensantes devam ser guiadas por nós.


- Mas... Isso é crueldade demais! Vocês brincam com vidas?


- Fora a Kamiseikuroshi, Wen-ha possui menos atos de crueldade que o resto de Meliny. Por isso todos os envolvidos possuem a alma imortal e novas chances. Todos honram o saber. Muito raro um pai erguer um punho para um filho. Os espíritos sentem afinidade para com os wenhajins como jamais terão com os estrangeiros. Wen-ha é a sociedade cuja cultura é mais protegida e exaltada. Ainda mais que os Bosques Verdes ou os Vales das Brumas, onde conceitos similares são aplicados. Mas está certo que muito se sacrificou. Wen-ha não é uma utopia... Mas queremos saber se tem potencial para sê-la... E se tiver, se foi porque a Liberdade seria um fator prejudicial.


- Se não há liberdade, não é utopia.


- Se a liberdade for desnecessária, pois a nação se consciência foi forjada no âmago de cada indivíduo, ai sim teremos a Utopia. Mas peço que confie em nos, Thiago. Saberemos decidir o certo.






 - Estamos prontos para o desafio...


 Midori solve seu chá e pondera.


- Mas eu não.


- Como?


- Havia confidenciado com Thiago há pouco, mas creio que vocês devam saber também. A transição pacífica é meu intento. Se dependesse meramente de meu consentimento, poderiam sair daqui com mais um “ponto”. Mas há regras. Eu devo testá-los em meus domínios. Se eu for ignóbil, não será justo. Se eu for rigoroso, corro o risco de condenar sua missão.


- E então... Como fica?


- Amanhã, pela manhã, terei o desafio pronto. Concentrem suas forças e durmam por hoje. Mas não se preocupem por demais. Temos massagistas na ala sul, a biblioteca no noroeste, alimento no prédio além do jardim. E aqui, os anjos farão um recital de música... E estão convidados a ouvir ou participar.

29 comentários:


  1. - Agora acho que seja o desafio dos deuses.

    - O que ta escrito afinal? – pergunta Del.

    - “Eu sou Midori Tatsusama”... – traduz Thiago sorrindo. – Vamos!


    — Se é suficiente para a proverbial sapiência de Sir Allan de Trèville, certamente basta para este Cruzado. Há!... Há!... Há!



    - Amanhã, pela manhã, terei o desafio pronto. Concentrem suas forças e durmam por hoje. Mas não se preocupem por demais. Temos massagistas na ala sul, a biblioteca no noroeste, alimento no prédio além do jardim. E aqui, os anjos farão um recital de música... E estão convidados a ouvir ou participar.


    Therak inclina-se respeitosamente a Midori e dirige-se à biblioteca indicada, em busca de livros a respeito de vampiros. Quem sabe encontre até mesmo um dos Tomos de Kindred "dando sopa" por lá. Mas se o acesso a tais livros estiver de alguma forma obstado, não insistirá nem usará seus sentidos para burlar a proibição. Mas não menosprezará qualquer outra informação útil.

    E comparecerá ao recital (mas não cantará).

    ResponderExcluir
  2. Off: Malz ae, pessoal, falta de atenção... é o que dá acessar do trabalho.

    Editando, para não parecer esquisito:



    Antes de se dirigir à biblioteca, Therak indaga a Midori Tatsussama:
    — Lukhad, o cetro presenteado ao senior por Hanna tem algum ponto fraco passível de exploração? - pergunta Therak, e acrescenta ainda: - O senior ficaria aborrecido se o cetro fosse danificado ou destruído?

    ResponderExcluir
  3. Creio que o papo tava rolando enquanto as garotas tomavam banho.... Duvido que Therak estivesse lá com elas ^^.

    ResponderExcluir
  4. Noiro parecia bem-treinado em sobrevivência em desertos, guiando-os tão bem quanto faria Hikaru ou Spaniel. Apesar de ser incapaz de criar água potável, Cymasi podia encontrar pequenos lençóis e oásis, garantindo a sobrevivência quando o líquido estava esgotando-se.

    Dex também ajudava o grupo a se manter "confortável" no deserto. Um ano vivendo nos arredores do templo (ninguém prende um gato em casa) haviam lhe ensinado um truque ou dois.
    (...)
    Noiro não se afasta de Kaede em instante algum da viagem. A gueixa recebia cuidados especiais por ser a mais frágil do grupo. Mas durante a viagem inteira estava com outro humor. Alguns suspeitam que... Possa ter havido algo na aldeia aos pés da Montanha do Youkai, quando ela e o ninja passaram horas sozinhos.

    O felítrius, apesar de não conversar muito, sempre se manteve vigilantes sobre as fêmeas do grupo (apesar de não serem indefesas).

    Noiro continuava distante a todos, mas particularmente calado. Respondia com sentenças curtas e falava o mínimo possível. Embora fisicamente não pudesse parecer, Noiro era o que mais sentia emocionalmente a viagem (Apenas Thiago e Vilo percebem isso)

    Enfim, no entardecer do terceiro dia, enquanto planejavam acampar quando num vale mais verdejante – provavelmente saindo do deserto escuro – surge um monastério deslumbrante, com um prédio central e vasto jardim.

    - Que lugar é este, Noiro? – pergunta Thiago, percebendo que o ninja esgueirava-se por um bolsão de areia para observar melhor.
    - Não faço idéia... – retruca Noiro. – Parece centenário... mas não deveria ter nada aqui!
    - Todo o jardim verdejante... – sussurra Vilo. – Pode ser um dos desafios dos deuses... o de Luminahak...

    - Não sei se é... mas é bonito. - comenta Dex.

    - Não tire conclusões apressadas. – fala Therak. – Vejo um escriba pintando algo em uma tela a noroeste do casarão principal...
    - Sim, eu vejo. – fala Chan. – A tinta que ele usa ... É verde.
    - Estranho, mon cher... Mas ainda não suficiente para tais conclusões. – fala Thiago. – Para vocês que não estão acostumados, a Caligrafia é uma arte em Wen-ha. Aquele tecido, feito por um mestre escritor, pode valer um bom tesouro, e ele parece ou demonstrando ou ensinando o grupo sentado a observá-lo.
    - Thiago... Leia o que ele está escrevendo. – fala Chan.
    - Agora acho que seja o desafio dos deuses.
    - O que ta escrito afinal? – pergunta Del.
    - “Eu sou Midori Tatsusama”... – traduz Thiago sorrindo. – Vamos!

    - Acho que os de minha raça deve ter um parentesco com ele... Bem direto!
    (...)
    - A... Anjos?

    Os monges desvestem seus troncos, e cada um faz surgir majestosas asas verdes de suas mantas.

    - Whoaaaa! - assusta-se o felino, dando um salto mortal para trás - Nunca me acostumo com essas coisas!
    (...)

    - Amanhã, pela manhã, terei o desafio pronto. Concentrem suas forças e durmam por hoje. Mas não se preocupem por demais. Temos massagistas na ala sul, a biblioteca no noroeste, alimento no prédio além do jardim. E aqui, os anjos farão um recital de música... E estão convidados a ouvir ou participar.

    Dex aproveita o tempo livre para um bom banho (gatos podem não gostar de água, mas ele gosta), caminhar entre o verde e tirar um cochilo. Depois segue até à biblioteca e dá uma olhada em livros que falem algo sobre sua raça ou até um livro sobre artes marciais.

    Ele se sente incomodado se alguém o bajular e diz que pode fazer o que for preciso sozinho, mas não rejeita uma conversa.

    Se rolar um "papo" ele tenta descobrir mais sobre si mesmo.

    - Eu detesto enchê-lo(a) de perguntas, mas vocês podem me ajudar em uma coisa... eu me lembro apenas do rosto de minha mãe, tem como descobrir algo sobre ela? - Dex para um pouco, suspira e termina com um ar "negro" - Também sobre o meu pai.

    ResponderExcluir
  5. - “Eu sou Midori Tatsusama”... – traduz Thiago sorrindo. – Vamos!

    - Espere!!! Vamos confirmar mandando um emissário, ainda há apenas 99,9% de chance de ser Luminahak lá.

    Vejo que se diverte zombando de quem tem lhe ajudado, pequena. Se acredita que não temos motivos para nos precavermos antes de sairmos por ai fazendo o que vem pela cabeça, lembre-se do recente desafio de Mab. - diz GHororion um tanto incomodado com a insistencia pouco educada da menina Entendo que possa lhe parecer óbvio a primeira vista, mas tudo nesta vida sempre é tomado de segundos significados.

    - Amanhã, pela manhã, terei o desafio pronto. Concentrem suas forças e durmam por hoje. Mas não se preocupem por demais. Temos massagistas na ala sul, a biblioteca no noroeste, alimento no prédio além do jardim. E aqui, os anjos farão um recital de música... E estão convidados a ouvir ou participar.

    - Com licença então, meu senhor.


    Minha mente não conhece palavras maiores para agradecer sua hospitalidade, senhor. Como bem sabes, sou membro da ordem guardiã que estuda seus tomos, e ... o maccubus fica um pouco encabulado por alguns instantes, e reerguendo seu rosto alvo e os longos cabelos brancos se retrata sorrindo O verdadeiro Gororion não está aqui hoje, mas no momento eu sinto o mesmo respeito e admiração que ele detem em relação a vós. Se me permite, apesar de saber que tens muito o que fazer até o alvorecer, gostaria de saber se não poderiamos conversar um pouco sobre algumas interpretações de seus escritos após o recital.

    Acredito que o próprio Gororion não me perdoaria se eu deixasse tal oportunidade escapar por entre meus dedos.


    GHororion
    Arcano Branco e Membro da Ordem do Livro... FALANDO com o cara que escreveu o Livro!

    ResponderExcluir

  6. Desculpem a nosssa falha... -_-'

    Trecho editado lá em cima, Therak não invadiu a área feminina.

    ResponderExcluir
  7. - Bem... uma derrota faria bem a Lukahd... ensinaria a humildade. Pontos fracos exploráveis... bem, a vaidade dele é o maior. Não sofre dano por ácido, veneno, afogamento, ataques a pontos fracos e é imune a ataques mentais, embora conheça literalmente todos. Destruido? Acho que não é possível. Incapacitado, mas não destruido, já que é um artefato maior.
    Sua energia é limitada, mas não é pouca... ainda mais agora que se une ao Mnemogoh. Ele precisa ser reparado quando ferido, e isso o torna dependente de ouro... mas as reservas angariadas na Montanha do Youkai serão bastantes, e se não forem, acesso direto a Daos deve bastar. Como um artefato, é difícil de ser destruído, mas seus dons podem ser redusidos com efeitos antimágicos gerais... E... se EU quisesse derrota-lo, buscaria coloca-lo num ambiente que ele não tenha controle. Um sábio orgulhoso como ele pode cometer erros quando não está no controle da situação. Ah, e procurem estudar cada aspecto que ele expôs... dentre mentiras e meias verdades, ele pode deixar algo escapar.
    Mas lembrem-se de jamais subestima-lo. Sua inteligência supera a de anjos, e seu coração sem emoção o torna extremamente inclemente se necessário. Neste aspecto, a "melhor metade" de Lukahd possui coração que compensa pelos dois: O mnemogoh. Irônico que um demônio concentre mais virtudes reais que um artefato moldado pelos deuses...
    Infelizmente, ele possui uma excelente estratégia para a Guerra... O forte do time de Terra são dois: matéria prima ambundante e tenacidade. Ele pode sustentar-se na defensiva por mais tempo que qualquer time, em especial o evasivo time do Ar. Ele tem em seu time dois criadores de armas vivas mágicas de maior estirpe, operários de mão de obra igualmente capazes e excepcionais... e com o Youkai ressucitado, poderão extrair do solo o elemento do próprio semiplano da Arena de Dee-jihn... Ar, terra, fogo, água, luz e trevas. Com isso, Shineider pode confeccionar uma armada com proteções e resistências específicas a cada elemento. E sinceramente, embora em conjunto seu poder combativo supere o de Terra em um primeiro momento, não vislumbro resultado em um ataque direto em seu território.
    Hmm... parece que falei demais... se não tudo. Mas acho que equilibra-se agora que Lukahd sabe praticamente tudo sobre vocês. Podem ter mais informações para surpreendê-lo.

    ResponderExcluir

  8. - Amanhã, pela manhã, terei o desafio pronto. Concentrem suas forças e durmam por hoje. Mas não se preocupem por demais. Temos massagistas na ala sul, a biblioteca no noroeste, alimento no prédio além do jardim. E aqui, os anjos farão um recital de música... E estão convidados a ouvir ou participar.


    Após Midori ter dispensado os Cruzados, Therak (antes de sair para a biblioteca) dá uma palavrinha com seus colegas Cruzados.

    — Seniores, quer me parecer que devamos nos considerar desde já como em provação. Quando Midori diz "...terei o desafio pronto", pode também significar que o desafio estará encerrado, com tudo o que tivermos feito ou deixado de fazer no período entre o agora e o então. Busquemos conhecimentos, respeitemos segredos que nos forem impostos, nutramo-nos e repousemos quando necessário e aproveitemos cada momento que nos for disponibilizado para seguir os etos da divindade que ora nos hospeda. Seguir a ética devida à boa acolhida de nosso anfitrião também deverá ser de bom tom. Pela Luz, Cruzados... à vitória!

    ResponderExcluir
  9. - Noiro, sabe que pode contar pro que precisar. - fala Thiago discretamente em um momento a sós com o ninja.

    O ninja não encara o mosqueteiro de frente.

    - Talvês antes de rumarmos à casa do Shogun Kaede esteja pronta. - fala ele. - A experiência dela no reino foi variada... viveu com o luxo dos samurais e com a humildade dos pobres, viajou em todos os terrenos da floresta do sul ao deserto escuro. Viu a coragem e a bondade. Presenciou a grandiosidade dos deuses. Ela está quase ... pronta. E vocês? Estão prontos?



    - Têm meu respeito, isso certamente. Mas confiança é algo que exige conhecimento e fé, que o senhor obteve de mim o direito de ter após tanta sinceridade, mesmo conhecendo minha forma de pensar. Além do mais, um dos envolvidos é tecnicamente um sogro meu. Se minha futura esposa confia nele, por que eu iria iniciar uma briga em casa?

    Ver as feições de um deus entristecido era raras... até porque Thiago conheceu a serenidade em Yius e Asura, a inflexibilidade em Othen e o deboche e a fúria em Naron. Thiago sabia que a notícia seria ruim quando paternalmente Luminahak pousa a mão em seu ombro.

    - Não há mais confiança entre Milady Chan e o pai. - fala ele. - Por mais uma vez o instinto infanticida é presente em Kuroro Daiki... e ele acredita que seu varão não está mais neste mundo. E Chan precisará de sua força nesse momento.


    - Aproveito para agradecer toda hospitalidade, senhor. E saber se há uma forma de agradecê-la.

    - Seja fiel e sábio, Thiago de Tréville. Aqueles que o seguem vêem em você uma figura de liderança. Aprenda a aceitar tal posição.



    - Uma possível forma de impedir que Kaede tenha que realmente se matar, conseguindo a redenção nessa vida sem perdê-la.

    - A vida de um wenhajin nunca é perdida, senhor Thiago. Sir Allan era um irmão do povo Wenhajin e vive ainda os dias de hoje.

    - Sobre os antigos desafios feitos pelos deuses nos outros períodos de provações.

    - Não haviam desafios... Houveram ordens diretas para a mudança... na face do exército do Dragão vermelho que depôs o primeiro shogunato; na face da dama branca que clamou a piedade dos Wujen no segundo Shogunato, e na forma da pata de um dragão furioso que afundou um pedaço da ilha-continente. Três eventos banhados em sangue e tristesa... que tende a se repetir se vocês fracassarem. Minha regência chega ao fim ainda este ano... se será pacífica ou não, cabe a vocês.

    - Os planos dos deuses para Meliny, mais particularmente, Luminahak.

    - Meliny é nossa mais bela criação. Mesmo os deuses mais malignos e destrutivos desejam sua preservação. Eu quero que floresca a sabedoria e a urbanidade entre os povos. Que trabalhem como um só para sua evolução. Que encontrem seu lugar na tapeçaria da vida... Se os mortais poderão buscar tais intentos por suas próprias forças ou se pegaremos cada um deles pela mão para escreverem seu nome na história, só na próxima Era.

    - E as regras naquele domínio criado por ele e uma possivel forma de retribuir essa hospitalidade toda.

    - As mesmas que você teria na casa de um pai. Admire e elogie, respeitando seus limites. Eu disse que jogos apenas na manhã de amanhã.

    Depois ele dá uma passada na biblioteca, fuça algum livro sobre os seis sultões elementais. Dá uma namorada com Chan (por do sol). E depois canta com os anjos na apresentação, caso permitam.

    Off: Eh, você pretende durmir ainda, né?

    ResponderExcluir
  10. - Eu detesto enchê-lo(a) de perguntas, mas vocês podem me ajudar em uma coisa... eu me lembro apenas do rosto de minha mãe, tem como descobrir algo sobre ela? - Dex para um pouco, suspira e termina com um ar "negro" - Também sobre o meu pai.

    Adicionando uma ação: assistir ao recital.

    ResponderExcluir
  11. - Estranho, mon cher... Mas ainda não suficiente para tais conclusões. - fala Thiago. - Para vocês que não estão acostumados, a Caligrafia é uma arte em Wen-ha. Aquele tecido, feito por um mestre escritor, pode valer um bom tesouro, e ele parece ou demonstrando ou ensinando o grupo sentado a observá-lo.

    - Oh meu Atlan! Até o senhor? Que está havendo os Cruzados mudaram sua linha de atuação depois da conversa com o candelabro rei da terra?

    - Só por precaução, Lady Cyma. - fala Thiago sorrindo.

    ¬.¬ - o elfo começa a ficar irritado com o desrespeito que a meio-elemental demonstrava com ele e seus amigos.

    (...)
    - Espere!!! Vamos confirmar mandando um emissário, ainda há apenas 99,9% de chance de ser Luminahak lá.

    - Só pra constar, Naron se disfarçou de Yius no desafio dele... E ele parece tá gostando de curtir com a nossa cara ultimamente.

    (...)
    - Olhaí, a família toda do Yssamael. Alguém quer mandar um abraço pro primo? - pergunta Thiago.

    - Nunca pensei ver tanto verde junto... e olha que eu sou elfo.

    --------------------------------------------------------------------------------

    - E... se EU quisesse derrota-lo, buscaria coloca-lo num ambiente que ele não tenha controle. Um sábio orgulhoso como ele pode cometer erros quando não está no controle da situação. Ah, e procurem estudar cada aspecto que ele expôs... dentre mentiras e meias verdades, ele pode deixar algo escapar.

    - Ambiente sem controle... É só mandar o Gororion me mandar de teleporte pro campo deles que eles vão ver o que é um ambiente em que ele não tenha controle. - comenta o arqueiro com uma largo sorriso.

    Com isso, Shineider pode confeccionar uma armada com proteções e resistências específicas a cada elemento. E sinceramente, embora em conjunto seu poder combativo supere o de Terra em um primeiro momento, não vislumbro resultado em um ataque direto em seu território.

    - Mas, tipo assim... Ele pode até fazer as proteções específicas, mas nenhuma que seja para todos os outros cinco elementos, certo? Quer dizer, eles teriam que perder tempo trocando de defesas ou então sacrificar a proteção direcionada a quatro dos elementos, não?

    Hmm... parece que falei demais... se não tudo. Mas acho que equilibra-se agora que Lukahd sabe praticamente tudo sobre vocês. Podem ter mais informações para surpreendê-lo.

    - Valeu.... Midori, né? Vou tentar de tudo pra não deixar vossa divindade no mesmo status que Yius e Othen tem comigo, sabe como é que é: ofendo um, não luto bem na frente do outro... - o elfo sai do ambiente, seguindo para as tais massagens (pode até rolar um papinho descontraído com a/o massagista) e depois recital à noite, acompanhar só.

    ResponderExcluir
  12. - ¬¬... Ooooo mina! Te liga, nem parece que tu tava toda encantadinha quando o H assumiu essa forma um tempo atrás. - o elfo não suportava mais o comportamente da meio-elemental, ele não podia ferir mulheres, mas broncas não estavam incluídas. - A gente tá certo em ser >precavido<: Noss primeiro grande aliado, o suposto novo paladino da luz, era na verdade um demônio que só queria usar a gente pra chegar até a Espada da Luz; o cara que o H tá duplicando, antes de virar o mais novo ponto de referência do mundo, foi duplicado e sua cópia, que era maligna, quase matou eu e os Asukas; o Vilo aqui fingiu que tinha brigado com o Kentar e debaixo dos nosso narizes apunhalou o Gororion; o sempre amigável Sr. Daiki, mesmo depois da gente ter salvo o couro dele da Ivanova, queria matar o Asuka; em Goldraf, o próprio Imperador trocou de lugar com o H... não foi uma traição, mas a gente foi enganado de qualquer jeito. - ele para um minuto pra tomar ar... Estava andando demais com o Spaniel - Aqui em Wen-ha, Naron tomou a forma de Yius no seu desafio; na defesa das terras dos Daiki aquele tal taiguro traiu a gente, além do próprio dono das terras, e por fim, que eu me lembre, aquela vareta com síndrome de sabe-tudo enganou a gente confundindo aquela coisa de centenas de milhares de almas com o verdadeiro Youkai da Montanha, que a essa altura deve ser o novo membro do time!

    ResponderExcluir
  13. - E... se EU quisesse derrota-lo, buscaria coloca-lo num ambiente que ele não tenha controle. Um sábio orgulhoso como ele pode cometer erros quando não está no controle da situação. Ah, e procurem estudar cada aspecto que ele expôs... dentre mentiras e meias verdades, ele pode deixar algo escapar.

    - Ambiente sem controle... É só mandar o Gororion me mandar de teleporte pro campo deles que eles vão ver o que é um ambiente em que ele não tenha controle. - comenta o arqueiro com uma largo sorriso.

    - Este é o espírito, meu caro... mas entrar nos domínios de Terra é como combater um tubarão na água...


    Com isso, Shineider pode confeccionar uma armada com proteções e resistências específicas a cada elemento. E sinceramente, embora em conjunto seu poder combativo supere o de Terra em um primeiro momento, não vislumbro resultado em um ataque direto em seu território.

    - Mas, tipo assim... Ele pode até fazer as proteções específicas, mas nenhuma que seja para todos os outros cinco elementos, certo? Quer dizer, eles teriam que perder tempo trocando de defesas ou então sacrificar a proteção direcionada a quatro dos elementos, não?

    - Na verdade, cada construto será um tipo único. Não falo só nas defesas, como nos ataques. Eles serão espertos e criativos como as demais crias de Shineider. Terão por detraz deles o gênio estratégico de Lukahd. Serão armados pelo Armeiro de Drakentar. E se isso não bastar, estarão recebendo reforços do Time de Terra.


    - Valeu.... Midori, né? Vou tentar de tudo pra não deixar vossa divindade no mesmo status que Yius e Othen tem comigo, sabe como é que é: ofendo um, não luto bem na frente do outro...

    - Têm a coragem e a fé de seus amigos a seu lado, Del. Este trunfo é maior que qualquer graça dos deuses. E ao menos quanto a Yius, a sinceridade vale mais que o conteúdo.

    ResponderExcluir
  14. O maccubus pousou a mão clara e cansada de Gororion sobre os ombros do elfo, e com um sorriso tranquilo na face deixava transparecer a calma em seus olhos. Estar na pele do mago era bem diferente do ódio incontido de Shirts.

    - Obrigado por tentar explicar Dellhintis, mas eu me tornei responsável pela educação e pelo comportamento de Cymasi perante Noiro, e acredito que é hora de uma lição para esta jovem, não é minha cara?

    Tem razão em dizer que sou um "pseudo" mago. Poderiamos até considerar que sou um "pseudo" qualquer coisa, pois não sou realmente um ser que possa ser considerado sequer membro de alguma espécie ou raça, quanto mais um indivíduo completo. Entenda, Cymasi, que pelo menos estou me esforçando para realmente ser alguém. Foi tentando ser algo que abandonei minha tendencia maligna e o meu passado para lutar pela vida de outros.

    E aqui está o ponto em que quero chegar.

    Não me incomoda sua reação e seu comentário impensado em relação ao que eu sou ou deixo de ser. Já ouvi que sou menos do que outros de pessoas muito mais poderosas e antigas neste mundo, e provei a elas que fui capaz de triunfar sobre seus conceitos e orgulhos. Mostrei a vampiros, imperadores e até mesmo a deuses que sou tão capaz quanto qualquer outro, e se não possuo alma para "estar em paz com ela", pelo menos estou em paz em relação as minhas convicções.

    E o que me trouxe das trevas infernais em que nasci até este ponto onde sou chamado de "O Oitavo Cruzado da Luz" e em que minha participação, quem diria, é desejada pelos deuses foi o meu apego e carinho por aqueles que considero meus únicos amigos em todo o mundo. Sou grato a eles por terem salvo minha vida, e estou disposto a lutar pela vida deles. Pode ser que meu primeiro comportamento seja considerado preocupação em demasia. Mas tente compreender que já passamos por muita coisa antes, e nem sempre o que vemos diante de nós é realmente o que aparenta ser.

    "O verde é o desafio de Luminahak, por favor hein" você diz. Mas o amarelo era o desafio de Yius até descobrirmos se tratar de um engodo de Naron. Da mesma forma, aparentes aliados se mostraram inimigos diversas vezes, e tantas vezes mais, nossos inimigos acabaram lutando conosco ao nosso lado por um bem maior. Como bem disse Delhintis, Vilo e Dex foram nossos adversários, e agora são para mim algumas das pessoas mais importantes que jamais esquecerei, e morreria por eles sem pestanejar.

    Perdoe-me mais uma vez se pareci "precavido demais". Mas creia, em se tratando da vida das pessoas a minha volta, que me acolheram com um sorriso mesmo descobrindo minhas origens, ainda meus cuidados se mostram insignificantes.


    GHororion
    Pseudo Mago sentindo aquela pontadinha de tristeza

    ResponderExcluir
  15. olá...

    - Ok, ok, tá tudo "zicado" esses dias, como diria um antigo regente marinho conhecido por Polvo Heptápode. Desculpem, principalmente o senhor, senhor Armaggedon, mas nossas vidas estão em risco a todo tempo, as dos Cruzados ainda mais pelo que se propõe, a eterna vigilância nos torna sérios demais, precavidos demais, nossa inteligência e capacidades estão sempre conosco também e a intuição é o mais importante, pelo menos em minha opinião.

    Quanto ao pseudomago, esse é um grupo singular, ainda em minha opinião o mais humano entre nós é um construto, o mais sentimental é um demônio e apesar de acolhida pela luz que emanam, ainda não me sinto bem recebida, minha personalidade é a culpada, eu sei, por isso ainda tento ajudar a única equipe que não almeja objetivos egoístas com uma vitória na guerra proposta por Dee Jin.

    Cymasi entristece sua expressão também.

    - Agora se puder...mos prosseguir.

    Conepa on Cymasi

    ResponderExcluir
  16. - ¬¬... Ooooo mina!(...) Naron tomou a forma de Yius no seu desafio; na defesa das terras dos Daiki aquele tal taiguro traiu a gente, além do próprio dono das terras, e por fim, que eu me lembre, aquela vareta com síndrome de sabe-tudo enganou a gente confundindo aquela coisa de centenas de milhares de almas com o verdadeiro Youkai da Montanha, que a essa altura deve ser o novo membro do time!

    - Só esqueceu de falar mal de mim, ô elfo... - diz Dex com um tom irônico sombrio - Eu também já apunhalei vocês pelas costas... e agradeço muito por terem me perdoado sem pestanejar.

    (...)
    - Agora se puder...mos prosseguir.

    - Demorou! - diz Dex saltando à frente do grupo.

    ResponderExcluir

  17. - Senhor Gororion gostaria de ver o livro no centro... mas... bem, devo
    enfatizar que toca-lo seria heresia, não? Vá, Demônio... mas não babe
    no vidro.


    — Eu, por minha vez, aceito uma sugestão de leitura, então. E se puder me fazer um favor... - diz Therak, reproduzindo num de seus pergaminhos a inscrição que vira em Lukhad - ... poderia traduzir para mim estas inscrições? Sei que são no idioma Celestial, mas não as consigo ler, infelizmente.

    "— E só mais uma coisa... por quê o senior cismou com meu nome?"

    ResponderExcluir
  18. - "T-Rak"... o ataque impiedoso e paciente da doutrina militar de... ah, você não entenderia. Os homens que o criaram ignoram a homofonologia. Bem, a inscrição em Lukahd dispenso desenhos, cada qual é uma runa mística que lhe confere o auto-conhecimento e seus poderes. O curioso nelas é a harmonia entre vivo e não-vivo... metal e energia em uma...

    O anjo olha sua platéia interrompendo sua explicação entusiasmada.

    - Bem, você não pode reproduzir e não pode usa-las contra ele... se é o que busca.

    ResponderExcluir
  19. - Ele fez algo terível... digno dele... e infelizmente não posso
    revelar. Alias, mesmo aqui sua influência me atinge. Ele quer que você
    saiba que ele trapaceou... mas não quer que seu trunfo seja exposto...
    - Filho de uma...

    - Aí meu ciclo cármico... O Esquivo pode ter dito que tem mais mortal zicado que eu, mas que ele tá gostando de pegar no meu pé, a isso ele tá! - o elfo pergunta ao anjo então. - Viu, levei uma puta bronca de Othen por não saber usar minhas habilidades, só que ele parecia não saber que eu não sou a moeda mais brilhante do pote... Algum chance de um de vocês aqui ter treinamento militar pra me ajudar?

    (...)
    O invasor urrava ofensas em Wenhajin para noiro, e conjurava magias a partir de uma gema em sua mão esquerda. Nesse momento, os demais cruzados chegam... Noiro estava distraído, iria levar um golpe certeiro nas costas...

    OFF: Bem, com o problema todo resolvido no PBMSN, resta-nos apenas dizer o que fazemos depois do ataque.

    - Ah.... Interessante, letalmente perigoso, mas ainda assim interessante. - voltando-se para o deus, o elfo continua. - Midori, você tem uns brinquedinhos interessantes por aqui, queria nem ver se ele caísse em mãos erradas. Bem povo, boa noite, porque amanhã o dia vai ser cheio pra gente.

    ResponderExcluir
  20. (A culpa é do Dzilla. Eu ia modificar com as reações dos demais jogadores... mas tudio bem deeeixa prá lá...)

    - Aí meu ciclo cármico... O Esquivo pode ter dito que tem mais mortal zicado que eu, mas que ele tá gostando de pegar no meu pé, a isso ele tá! - o elfo pergunta ao anjo então. - Viu, levei uma puta bronca de Othen por não saber usar minhas habilidades, só que ele parecia não saber que eu não sou a moeda mais brilhante do pote... Algum chance de um de vocês aqui ter treinamento militar pra me ajudar?- Quer trilhar o caminho de Othen agora, filho de Falena? - fala ela, ponderando. - Othen aprecia o combate corpo-a-corpo... mas não ignora armas de alcance... e bem. Se estiver dedicado a treinar a trilha fa dorça nesta noite, poderei ensinar uma coisinha ou outra. Mas saiba que é um caminho sem volta.

    ResponderExcluir
  21. - Hã?!? (arqueada de sombrancelha)... Não entendi. Só tava querendo aprender um truque ou outro, nada de ser clérigo de Othen nem nada.

    ResponderExcluir
  22. Mais distante, Dex observava o casal Thiago e Chan, assistindo o pôr-do-sol.
    (...)

    Dex tentava evitar olhar, mas algo dentro dele era mais forte. Suas frustações mais uma vez tomam seu corpo, mas não em um frenesi furioso, mas na forma de lágrimas que o felítrius tenta ignorar.

    - Eles vão lutar por seu sentimento... - fala uma das criaturas que surge atrás de Dex, mas discreta o suficiente para manter a tocaia.
    - Como é?

    O felino enxuga rapidamente o rosto e vira-se para a "criatura".

    - Um amor seu desiludido deu-lhe as costas e você aceitou. Não lutou. Isso é triste...
    A serva remove o capuz e deixa longos e volumosos cabelos ruivos escorrerem para fora da abertura. A beleza de seu rosto era
    fenomenal... mais que bastante para deixar Dex constrangido.

    - Pluma falou o que tinha para falar... - diz Dex quase em um rosnado - Ela teve livre arbítrio e preferiu a vingança... não posso culpá-la, já tive minhas escolhas pela vida. Nunca quis dizer isso... - algo impulsionava Dex a falar - mas me arrependo de muitas. E também não posso forçar...

    "Não?" - ecoava uma voz infante na mente felina.
    - Não...
    "E fugir mais uma vez?"
    - Não!


    - Miko está caminhando para um ato de vingança, do qual ela não espera sair viva... Vai atacar o Escorpião na noite do desafio... ela torce para ter sucesso, mas nem guarda a vã esperança de sobreviver. Preferiu terminar algo que sabia que não seria duradouro a levar tal rancor a seu coração... Mas se perguntar a mim, não vejo atitude mais tola...
    - Dobre a língua, Moça! - rosna Dex.
    A estranha cobre seu rosto de novo e começa a caminhar.
    - Vocês anjos... - continua Dex. - Essa de saber tudo não me entra na telha...
    - Não sou um dos servos de Luminahak. - fala ela, arrancando uma mecha de seu cabelo. - Estou apenas de passagem. Vim trazer três presentes para três damas.

    A imagem esvai, mas os cabelos que ela solta na brisa tocam o chão... e três rosas tão vermelhas quanto o rubi brotam dos fios ruivos.

    - Três... damas? - questiona Dex, tentando afastar a imagem feminina que formava-se em sua mente incessantemente.

    "Fugindo novamente."
    - Ela escolheu! - Dex falava sozinho em murmuros - Se não achava que ia durar, então estávamos condenados!
    "E você apenas aceitou isso, com fraqueza. E o seu amor?"
    - ... Eu posso esquecê-lo.
    "Não pode."
    - E o que quer que eu faça, droga?
    "Tome uma atitude."

    Dex cessa seus conflitos internos, apanha as flores e começa a correr, ele sempre reagiu melhor às coisas assim.

    ResponderExcluir
  23. Cymasi ataca o bandido atrás de Noiro sem pestanejar com seu novo ataque de gelo...

    Conepa on Cymasi


    Eh... vou supor que é ataque mágico com dano personalizado em gelo.

    ResponderExcluir
  24. olá...

    Ainda na biblioteca:

    - Senhor Anjo, posso ficar com esse tomo? Existem muitas coisas interessantes a serem conhecidas através dele.

    Depois de revelado o poder da pérola:

    - Nada de virar elemental então... oh, Atlan!

    Durante o desafio:

    - Gente, quantas pessoas moram em Goldralf? É uma cidade?

    Conepa on Cymasi, sem poder ajudar muito...

    ResponderExcluir
  25. - Bem, eu achava que seriam dois... o mínimo para alguém sincero dizer que possui amigos, mas agora que tu falou em três, tá certo também. - o elfo faz um sincera cara de confusão. - Mas o que me mata é que eu acho que tem um significado por trás disso.

    ResponderExcluir
  26. ...e o anjo bibliotecário NÃO ofereceu a sugestão de leitura que Therak pediu. :-( Preconceito contra as formas de vida artificial, pelo visto.


    "Tenho poucos mas bons amigos. Meus amigos que vivem na cidade de Goldralf vêm me visitar todo o ano."

    - Optei por escrever no idioma do continente... - adianta Luminahak. - Poucos são agraciados com o conhecimento do idioma Wenhajin. pensei em ensiná-los mas... vejamos antes como se saem.

    - Qual o desafio senhor... - fala Thiago. - Perdoe a pressa, mas acumula-se com a ânsia.

    - Como eu falei não seria difícil, e espero que vocês passem. Eis uma frase que poderia ser dito por um homem comum, que não mente, mas oculta seus sentimentos. Ele fala a verdade nesta frase, pois realmente tem poucos amigos. O mínimo que um homem sincero teria para dizer algo assim. Quantos amigos esse homem tem?


    — Posso ajudar com a análise inicial. - declara Therak - De vez que houve a "opção" pelo idioma meliniano, presumo que a frase original teria sido escrita em wenhajin. Um hai-kai, possivelmente. A declaração em si deveria ser suficiente para identificar o sujeito da oração, que por suas palavras recebe visitas periódicas de seus amigos de Goldralf.
    — "Todo o ano", de vez que o artigo definido masculino singular "o" foi usado não significa visitas anuais, mas visitas igualmente distribuídas ao longo do ano. O "mínimo possível" para uma pessoa sincera usar o plural seria dois em Goldralf mais um alhures de vez que o trecho "que vivem em Goldralf" não foi separado por vírgulas, mas isso ainda não é suficiente para uma resposta justificada. Se tal resposta for viável a partir das informações da frase, o objeto direto "amigos" refere-se a figuras públicas e notórias de Goldralf que periodicamente saem em visitas a uma determinada pessoa em Wen-Ha. Isto requereria, é claro, conhecimentos de um auriano.

    ResponderExcluir
  27. - Porque tá todo mundo me olhando?!? Nunca fui fã de história não, minha irmão deve saber... Além do mais, minha opnião é que é algo beeem mais simples. - o elfo se esforça pra lembrar de algo. - Se forem duas pessoas famosas e que poderia vir de Goldraf regularmente serim o Imperador Eduardo e quem sabe o Príncipe Transil. Mas só pra lembrar, Midori só quer o número, meu voto ainda é três.

    ResponderExcluir
  28. - É a maior cidade de todo o mundo, pequena - explicou Gororion didaticamente - A capital do Império Áureo tem cerca de um milhão de habitantes. Estivemos lá a cerca de um ano atrás, e foi lá que abandonei as tropas infernais de Felgoz. É um lugar que nos tras bastante recordações.

    Quanto ao problema, estou mais convicto de que não se trata realmente de um "homem comum". Esta frase poderia ser dita por alguém assim, mas não necessariamente o foi. Esta aparente facilidade em relação ao problema poderia ter duas razões, ou Luminahak nos superestima, o que considero no mínimo improvável, ou se trata de alguém que conhecemos e poderiamos afirmar com toda a certeza o número de amigos.

    Mais duas ou três possibilidades me passam pela mente. Poderia ser alguma criatura pertencente a uma espécie rara ou praticamente perdida cujos remanescentes residem em Goldraf, ou alguma construção digna de nota. Meu último palpite, além da aparente obviedade do número dois, o mínimo possivel para este homem estar sendo sincero, é de que se trata de alguém que auxiliamos recentemente em nossas aventuras.

    Ghororion
    Ponderando possibilidades, mas não afirmando nada por enquanto.

    ResponderExcluir
  29. (...)

    - Tenham uma boa noite de sono. - fala Luminahak, criando uma caixa segura para Therak transportar a Gema. - Amanhã ainda têm um desafio. Está quase pronto, lhes garanto.

    - Hummm... - diz Dex chegando ao lado do dourado - Posso ver isso? Eu prometo que não vou roubar! Só curiosidade mesmo...

    Chan dormiu com Kaede. Noiro não havia sido visto aquela noite. Therak se tornou guardião temporário da gema das vidas passadas.

    Dex passa a noite quase toda em claro.

    O felino estava em uma câmara completamente escura. Comtemplava um desenho de uma wenhajin, antigo e meio carcomido.

    - Você deve parar de se lamentar, amigo... - ecoava novamente a estranha voz infante.
    - O que você quer? - levanta-se o felítrius furioso, escondendo o papel em suas mãos - Você já está me enervando! SAIA de minha cabeça!
    - Não posso. - responde - Você não suportaria.
    - Mas QUEM é você? Lukahd? Armaggedom?
    - Você se surpreenderia... Alguém muito mais próximo.

    O felino acorda meio confuso e resolve andar pelo jardim sozinho.

    ResponderExcluir