segunda-feira, 8 de agosto de 2005

ATO I Tomo IV - O Coronel e o Lobsomen



 A noite Havia chegado nas terras dos Donavani. Os aldeões corriam desesperados, e os Cruzados receosos.


 O Lobisomem uivava furioso. Todos ainda se questionavam como ele chegou tão longe... entrou no casarão sem ser percebido.


 A fera investe furiosa, mas a névoa começa a se formar à sua frente. Ensandescido, ele tenta cortá-la com suas garras, e sente queimaduras dolorosas em seus dedos. A bruxa vampírica aproveita e fecha a névoa ao redor do licântropo, cujo instinto de sobrevivência suplanta a fúria.


 Ele recuava... era a hora dos heróis decidirem a contenda...







 Horas antes, a noite acabava de chegar. Spaniel e os trabalhadores terminavam de preparar armadilhas orientadas por Vilo, enquanto tudo estava relativamente tranquilo. Havia ainda muito o que trabalhar nas terras, e a jovem atacada mais cedo intimidou muito os trabalhadores, que mesmo à luz do dia, só andavam em grupos... E à noite não sairiam de forma alguma.


- Therak... - fala Spaniel ao construto (forma humana ou real?) ao retornar dos trabalhos com o Halfling. - Começamos só nós dois, não?


- Não precisa ser tanto... - fala a voz feminina atrás dos dois. Spaniel ressabiado salta para traz, com terror em seus olhos. Era loura e alta, com a pele branca e olhar sem vida, inspirava o grau de frieza que ela emanava.


- I... IVÂNOVA! - urra Spaniel assustado mas decidindo como entrar em batalha, mas logo detido por Therak.


- O mais próximo possível. - fala o Maccubus. - Eu tive essa idéia de sobressalto, Spaniel.


- Não me assuste assim, Agá! - fala o ranger, sentindo o peito apertar com o susto. - Mas o que você vai fazer com a aparência de Ivânova?


- Não copio só a aparência, jovem. - fala o maccubus, concentrando-se. Um anel de miasma começa a se formar, encobrindo os prédios e as casas dos camponeses.


- Boa sacada, Agá! - fala Del. - Mais armadilhas... eh... Você não parece bem...


- Eu tenho limite... de energias. - fala o Maccubus. - Acabei de esgotar minhas reservas... Mas a Miasma é bem independente... Poderá ficar presente a noite inteira...


- E se os Espadas rubras vierem à noite? - lembra Vilo.


- Posso desfazer quando quiser a barreira... Será até mais fácil descansar. Sinto, Spaniel, mas até eu descansar propriamente nem poderei mudar de forma... Ou usar qualquer poder especial de Ivânova.


- Já foi muita ajuda, Loirinha... - brinca Spaniel. - Del... Mostre os quartos ao agá, e veja de onde ele pode ser contatado para desfazer a névoa.


 O elfo acompanha o Maccubus para dentro do casarão. Guiado por sua curiosidade, ele pergunta.


- Mas você continua sendo "homem", né? - pergunta o arqueiro.


- Como parte da minha identidade própria, optei por ser do gênero masculino.


- Mas ... em geral, você sabe tudo da tia aí, né?


- Com concentração, consigo acesso a memórias de nosso último encontro... Mas é mais difícil do que outros. Ela havia levantado muitas barreiras... Acho até que ela queria que eu a copiasse na última vez que batalhamos, por isso eu pude fazer o Miasma.


- Então, vê aí uma coisa para mim... o que ela acha de Elfos?


 H sorri.


- Ela adora elfos.


- Mesmo?


- Sim... O sangue de vocês é adocicado.


 Del sente um arrepio na espinha.





- Testando agora! - comemora Felix.


 O Beetle rugia e suas engrenagens giravam à medida em que sua potência aumentava. O Brownie satisfeito gritava animado, enquanto ele se deslocava pelo Salão dos Exércitos - temporariamente convertido em "área de testes".


- E aí? - brinca ele. - Quem pode com o gordinho agora?


 Yssamael assistia aos testes comendo alguns pêssegos não resiste à provocação. Ele joga um caroço certeiro em uma engrenagem exposta do engenho, que trava e vai ao chão.


- EI! O que estava pensando?!?


- Tampe isso aí... - fala o anjo. - E tente trabalhar mais no Equilíbrio...


- Equilíbrio?!? Como assim?


- Eu só ensino vocês a aprender... Seus desafios são extritamente seus.


 Felix bufa um pouco e volta à maleta de ferramentas.


- Será que Jikaru vai sair nessas "férias"? - pergunta Felix desconversando. - A Irmã dele, foi para Wen-ha... Não sei se ele teria coragem para retornar...


- Spaniel pode estar com problemas ele mesmo.


- Está dizendo que eu deveria ter ido, né?


- Não estou dizendo nada. - fala o anjo. - Mas com Gororion, Hikaru e você fora, eles se limitam a Therak como planejador... e Vilo como conselheiro...


- Eu sei o que aquele halfling vai ensinar ao meu garoto... - resmunga o Halfling.







- Armadilha... - resmunga um brutamontes, rente à cerca emaranhada na mata. - Sabia que era engano, Hanna!


 Era um grupo de seis. O que adiantava-se silenciosamente mostrava uma armengagem de fios e madeira quase que imperceptível, posto mais cedo por Spaniel e Vilo na mata que cobre a cerca oeste da fazenda. Por muito pouco, ela não foi ativada.


- Sinto muito, minha jovem. - fala o ranger mais à frente. - Eu também queria que tivéssemos mais um coronél nos dando apoio... Mas isto aqui não é indicativo que quem está no casarão receberá a irmã.


 Hanna continua calada.


- Ele... pode ter tido problemas...


- Mais um motivo para não nos envolvermos... - fala um mais jovem. - Eu sei que é um irmão seu, mas é mais provável que seja uma armadilha... E essa névoa parece aquela que uma bruxa usou para matar os milicianos naquele edifício de Tréville...


- Vamos... esperar... então. - fala Hanna. - Mas o senhor é o líder, mestre Meireles... você decide.


 O ranger coça o queixo e olha ao redor.


- Temos boa cobertura aqui... - fala enfim. - Aguardemos mais um pouco.





 A noite foi longa. Seis horas de vigilância, e Spaniel caminhava a esmo pela área, vez por outra percebendo Therak, com sentidos afinados, a espiar pela porta ou janelas das cabanas. Armageddon cochilava levemente no segundo andar, de onde conseguia olhar por cima do miasma.


- Meia-noite, senior Spaniel. - fala Therak, deixando momentaneamente seu posto. - Seu cansaço é visível. Sugiro que troque a guarda com Senior Dex conforme combinado.


- É... acho melhor. - concorda Spaniel. - Devo ter cansado mais do que imaginei enfrentando o Wilkorak... Mas se algo aparecer, não hesite em me chamar.


- Será nossa primeira providência. - acerta o construto.






 As garras  agitavam-se e chocavam-se com as grades. Presas protuberantes, projetadas para fora da bocarra que mordiam uma corrente que amordaçava o licântropo eram iluminados pelo luar que invadia aquela cela pela janela. Era uma fera irracional, contida para a segurança dos oito combatentes de preto que apenas observavam.


 A fera urra e se debate. A jaula começava a dar sinais de meses sobre violenta pressão. Mas enfim, a fera exausta para. respira fundo, e lança um olhar para os seus subordinados.


- Já é seguro... - fala ele. - Me desamarrem.


 Um dos homens entra na jaula, com os demais com armas apontadas para o líder. Cadeado a cadeado, ele liberta o lupino. Atemorizado, ele percebe que dois deles não precisariam de chave, pois seus trincos se arrebentaram.


- E então, senhor?


- É a nossa hora.





- Tem um pássaro suspeito, e dois de vigía... - fala o ranger após horas de averiguação. - Os trabalhadores não saem de dentro da cabana... Não dá para saber se são trabalhadores assustados mesmo ou uma volante escondida e disfarçada.


- Seis horas... E nenhuma indicação se é seguro?!?


- Querem uma indicação? - fala Hanna, esgueirando-se até a armadilha que descobriram. - Podem sair... eu vou chamar a atenção deles...


- Espere... Hanna...


- Vocês não precisam se expor... - fala ela. - Vão o mais longe que puderem. Se for meu irmão, eu chamo vocês... Se não for, apenas eu serei vitimada...


- Inaceitável, minha jovem. - fala o líder do grupo. - Somos todos ou nenhum de nós.


- Pss... - sussurra um último, que esgueirava-se por debaixo de uma moita. - Tem algo acontecendo alí...


 Dois cavaleiros vinham pela estrada sul, na direção da cancela da fazenda. Eram obviamente soldados de Lusius.


 Dex salta sobre o miasma e para com armas a postos. Therak pousa a seu lado e muda sua aparência para a humana.


- É o bando do Lusius... - fala Dex.


- Negativo. Eles, até que prove o contrário, são homens da lei.


- Homens da lei que TRAMPAM pro Lusius!


- Senior Dex, volte à vigília. São apenas dois, e posso com eles se demonstrarem hostilidade. Mas não dê a eles razão para retaliação.


- Hump... Está pedindo demais, ô cristalino... - retruca Dex, voltando a seu posto.


 Os cavaleiros param junto de Therak, com tochas nas mãos iluminando os arredores.


- Seniores, podemos ajudá-los?


- Queremos dar uma busca nessas terras. - fala um deles com tom autoritário.


- Podemos saber o motivo?


- Um lobisomem atacou uma fazenda vizinha ha algumas horas. - fala ele. - A besta fugiu, e pode ter vindo para cá.


- Lobisomem o senior disse... - fala Therak. - Entendo a sua preocupação, e sinceramente compartilhamos de igual temor. Nós tivemos um incidente parecido, e por isso estamos em vigilia severa. Se tal fera tivesse vindo para cá, teríamos identificado. Grato, todavia, pelo alerta. Sua busca é desnecessária.


- 'Cês quem sabem... - fala o soldado. - vamos indo, Venâncio!


 Os dois cavaleiros saíram das terras sem insistir mais. Therak averigua o timbre da voz dos soldados... Não havia inteiramente verdade em suas palavras... Mas também não havia mentira completa.






- Não insinuando nada... Mas não é estranho essa visita, Hanna?


- Não tiremos conclusões precipitadas, mestre Meireles... - fala Hanna. - Não deu para ouvir o que falavam.


- Bem... Se for mesmo "tocar a campanhia", nós ficamos todos juntos.


 Hanna respira fundo. Podia ser só um alarme de cordas soterrado, mas podia ser um dispositivo fatal. Ela segura firmemente, aguarda todos estarem em posição, e puxa a corda....


... nada acontece. A corda cede com muita facilidade.


 Hanna continua puxando até que uma ponta queimada surge do buraco.


- Essa armadilha já estava desarmada... - fala Meireles. - Alguém... entrou!



 Veritas vigiava o limite das terras constantemente. Os Espadas rubras passaram horas na mata, em silêncio sepulcral que eles estavam habituados em suas emboscadas. Therak não cancelou um único segundo seus sentidos nos arredores. Dex, de seu ponto, enxergava cada sombra móvel na fazenda... E ainda assim, qualquer sortudo seria obrigado a tocar o miasma, alertando Ivânov-H e sofrendo uma queimadura inesperada. Era aparentemente impossível chegar ao casarão, independente do meio utilizado, sem alertar alguém...


 Mas a espinha de Dex estava sentindo calafrios... Mais fortes que quando atacaram um dos trabalhadores... Um cheiro de poeira e mofo competia com o miasma.


 Dex pensa ter ouvido um ronco... um rugido abafado...


 Dex aguça a audição, mas seus ouvidos o traem. Ele não ouve nada até ser tarde demais. Os domínios do Miasma e além estavam no campo de visão do felítrius... Nada... ninguém passa por lá ha horas. Mas Dex estava preocupado... Algo além dos cinco sentidos alertava... e alertava...


... E depois, garras cinzentas estraçalham o teto, agarrando as pernas do Felitrius, e puxando-o para dentro do casarão. Dex urra em um misto de surpresa, pavor e dor, acordando todos apavorados. Seu oponente sombrio era enorme, completamente recoberto de pelos, e era senhor de uma força sobrenatural. Movia-se tão rápido quanto Dex, e tinha o fator-surpresa a seu favor.


- Armageddom! - grita Therak ao descobrir o ocorrido com Raois x. - Baixe o miasma! Há um intruso!


 A névoa abre uma passagem. A vampira é visível na frente do casarão, de costas para therak, e contemplando os sinais de luta ocorrendo no segundo andar.


- Agradecido. - responde Therak sem perder tempo. - Avancemos agora...


- Como você quiser... - fala Ivânova com um ar frio e sombrio.


 Del entra no quarto onde Dex lutava contra um vulto enorme, que brania garras e espumava. Estava escuro demais para ver, e os dois engalfinhavam-se, impedindo que Del tivesse um tiro livre. Quando Vilo e Therak chegaram, a fera acuada rosna e salta destruindo a janela lateral (e parte da parede de madeira antiga), sendo avistado pelos trabalhadores.


- É UM DIABO! - urra um deles, projetando a cabeça pela porta entreaberta. - Escorem a porta!


 A criatura era indefinida nas sombras, mas via-se acuada pela vampira que o aguardava do lado de fora, envolta no miasma. Dex, Vilo, Del e Therak estavam acima da fera obtusa, no rombo do segundo andar aberto pela fera. Apenas Vilo (sem infravisão)não via a aberração castanha, com olhos de pupilas prateadas, e  patas traseiras idênticas às caninas. Ela um porte físico absurdo, e sequer parecia abalada do breve embate que teve com Dex.



 A fera não pode deixar aquela região sem se queimar no miasma. Armageddom, você só poderá se mover no turno seguinte (foi surpreendido e está enfraquecido e sonolento). Spaniel: PVT!

16 comentários:

  1. - Então, vê aí uma coisa para mim... o que ela acha de Elfos?

    H sorri.

    - Ela adora elfos.

    - Mesmo?

    - Sim... O sangue de vocês é adocicado.

    Del sente um arrepio na espinha.

    - Ai mainha... Nessas horas que eu gosto que você seja nosso aliado H...

    (...)
    A criatura era indefinida nas sombras, mas via-se acuada pela vampira que o aguardava do lado de fora, envolta no miasma. Dex, Vilo, Del e Therak estavam acima da fera obtusa, no rombo do segundo andar aberto pela fera. Apenas Vilo (sem infravisão)não via a aberração castanha, com olhos de pupilas prateadas, e patas traseiras idênticas às caninas. Ela um porte físico absurdo, e sequer parecia abalada do breve embate que teve com Dex.

    - Essa... COISA! Deve ter tido ajuda, gente... cumbram os olhos. - com isso o elfo dispara uma flecha de luz com o intento de cegar o licantropo.

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  2. Realmente, hoje posso assegurar que sou seu companheiro, jovem. Minha resposta seria diferente meses atrás, quando sai de Felgoz ainda confuso sobre o que queria de meu futuro.

    O maccubus caminha lentamente ao lado do elfo em silêncio, aproximando-se dos aposentos onde iria tentar descançar um pouco.

    Mas ainda sou um demônio lembra? Ser meu companheiro, mesmo que eu tenha renegado minhas origens, é ainda ser aliado de alguém dos planos inferiores.

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  3. (...)
    Veritas vigiava o limite das terras constantemente. Os Espadas rubras passaram horas na mata, em silêncio sepulcral que eles estavam habituados em suas emboscadas. Therak não cancelou um único segundo seus sentidos nos arredores. Dex, de seu ponto, enxergava cada sombra móvel na fazenda... E ainda assim, qualquer sortudo seria obrigado a tocar o miasma, alertando Ivânov-H e sofrendo uma queimadura inesperada. Era aparentemente impossível chegar ao casarão, independente do meio utilizado, sem alertar alguém...

    Mas a espinha de Dex estava sentindo calafrios... Mais fortes que quando atacaram um dos trabalhadores... Um cheiro de poeira e mofo competia com o miasma.

    - "Que.. merda! Tem algo errado aqui!" - pensa o felino.

    Dex pensa ter ouvido um ronco... um rugido abafado...

    Dex aguça a audição, mas seus ouvidos o traem. Ele não ouve nada até ser tarde demais. Os domínios do Miasma e além estavam no campo de visão do felítrius... Nada... ninguém passa por lá ha horas. Mas Dex estava preocupado... Algo além dos cinco sentidos alertava... e alertava...

    ... E depois, garras cinzentas estraçalham o teto, agarrando as pernas do Felitrius, e puxando-o para dentro do casarão. Dex urra em um misto de surpresa, pavor e dor, acordando todos apavorados. Seu oponente sombrio era enorme, completamente recoberto de pelos, e era senhor de uma força sobrenatural. Movia-se tão rápido quanto Dex, e tinha o fator-surpresa a seu favor.

    - Grrrr... um desafio, afinal!

    - Armageddom! - grita Therak ao descobrir o ocorrido com Raois x. - Baixe o miasma! Há um intruso!

    A névoa abre uma passagem. A vampira é visível na frente do casarão, de costas para therak, e contemplando os sinais de luta ocorrendo no segundo andar.

    - Agradecido. - responde Therak sem perder tempo. - Avancemos agora...

    - Como você quiser... - fala Ivânova com um ar frio e sombrio.

    Del entra no quarto onde Dex lutava contra um vulto enorme, que brania garras e espumava. Estava escuro demais para ver, e os dois engalfinhavam-se, impedindo que Del tivesse um tiro livre. Quando Vilo e Therak chegaram, a fera acuada rosna e salta destruindo a janela lateral (e parte da parede de madeira antiga), sendo avistado pelos trabalhadores.

    - GrrAUuu!! - rosnava Dex, lutando de forma selvagem.

    - É UM DIABO! - urra um deles, projetando a cabeça pela porta entreaberta. - Escorem a porta!

    A criatura era indefinida nas sombras, mas via-se acuada pela vampira que o aguardava do lado de fora, envolta no miasma. Dex, Vilo, Del e Therak estavam acima da fera obtusa, no rombo do segundo andar aberto pela fera. Apenas Vilo (sem infravisão)não via a aberração castanha, com olhos de pupilas prateadas, e patas traseiras idênticas às caninas. Ela um porte físico absurdo, e sequer parecia abalada do breve embate que teve com Dex.

    - Essa... COISA! Deve ter tido ajuda, gente... cumbram os olhos. - com isso o elfo dispara uma flecha de luz com o intento de cegar o licantropo.

    - Eu devia saber que estava aqui... Desgraçado! - rosna o felítrius - Ajii!

    Dex salta sobre o licantropo, girando e executando ataques frontais. Ele também invoca Ajii, o tigre, de forma que apareça atrás do inimigo. (Ataque Múltiplo + Parceiro)

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  4. - Therak... - fala Spaniel ao construto (forma humana ou real?) ao retornar dos trabalhos com o Halfling. - Começamos só nós dois, não?

    Off: forma normal, caro mestre.


    A criatura era indefinida nas sombras, mas via-se acuada pela vampira que o aguardava do lado de fora, envolta no miasma. Dex, Vilo, Del e Therak estavam acima da fera obtusa, no rombo do segundo andar aberto pela fera. Apenas Vilo (sem infravisão)não via a aberração castanha, com olhos de pupilas prateadas, e patas traseiras idênticas às caninas. Ela um porte físico absurdo, e sequer parecia abalada do breve embate que teve com Dex.


    "Criatura não oferecendo combate direto, antes empregando emboscadas e esquivas." - cogita Therak. - "Conclusão: manobra diversionária! Atenção excessiva dedicada à ameaça imediata!!"
    — Veritas, mantenha vigilância de perímetro! - brada o construto. - Alerte qualquer atividade suspeita!
    Veritas usará um ataque sônico (simples) ao solo próximo do alvo se perceber qualquer movimentação incomum. Imediatamente Therak dispara dois de seus virotes no peito do monstro (virotes, é bom lembrar, de madeira e pontas de prata).

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  5. Off:
    Olá,

    "- É... acho melhor. - concorda Spaniel. - Devo ter cansado mais do que imaginei enfrentando o Wilkorak... Mas se algo aparecer, não hesite em me chamar.

    - Será nossa primeira providência. - acerta o construto."

    Leish: Ah, desilusão nesses acordos... :(

    Atenciosamente,
    Leishmaniose
    (ninguém ouve os sermões do Spaniel sobre Asura...)

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  6. Del entra no quarto onde Dex lutava contra um vulto enorme, que brania garras e espumava. Estava escuro demais para ver, e os dois engalfinhavam-se, impedindo que Del tivesse um tiro livre. Quando Vilo e Therak chegaram, a fera acuada rosna e salta destruindo a janela lateral (e parte da parede de madeira antiga), sendo avistado pelos trabalhadores.

    - É UM DIABO! - urra um deles, projetando a cabeça pela porta entreaberta. - Escorem a porta!

    - Se é diabo eu não sei... Alguém viu que merda é essa?

    A criatura era indefinida nas sombras, mas via-se acuada pela vampira que o aguardava do lado de fora, envolta no miasma. Dex, Vilo, Del e Therak estavam acima da fera obtusa, no rombo do segundo andar aberto pela fera. Apenas Vilo (sem infravisão)não via a aberração castanha, com olhos de pupilas prateadas, e patas traseiras idênticas às caninas. Ela um porte físico absurdo, e sequer parecia abalada do breve embate que teve com Dex.

    Vilo prepara um tiro com o virote, e dispara no momento que Del atira a flecha de luz (Vilo não pode ser ofuscado por causa do bracelete se não me engano). Qualquer aproximação da criatura será evitada com um teleporte para um lugar mais seguro (se possível mais alto).

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  7. - Minha mãe me ensinou muito bem a não ver a pessoa por seu passado e sua origem, mas como ele leva sua vida no presente... Pra mim isso funciona, e pra você loirinha?

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  8. Off:
    Olá,

    Pronto, Hardie, não falta mais ninguém... posta o próximo ato, vai.

    Atenciosamente,
    Leishmaniose
    (Cadê o Hikaru nessas horas com a Espada da Luz? funcionou da "outra vez"... Espero que funcione nessa... XD)

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  9. off: SPaniel fala isso?!? OUTRA: "Embor anão"? Não tem anão no grupo... serve Halfling?

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  10. Therak é agarrado, e erguido acima da cabeça da fera. Seu campo luminoso não surtia qualquer efeito.

    Off: Ei, eu não declarei ativação do campo energético (atinge todos em alcance corpo-a-corpo, pode ferir algum aliado em combate assim)!


    Havia sinais de combate em seu corpo e, fora queimaduras onde therak atingiu os virotes de prata, arranhões menores indicavam onde outros golpes sofridos o atingiram.
    - Spaniel!! - urra Armageddon, adiantando-se para ajudá-lo.

    Off: Ah, eu sabia que havia um bom motivo para Therak não usar o raio desintegrador!


    - A segunda alternativa... - fala a bruxa. - Você deve destruir o chefe da Matilha. O responsável por sua mácula. Aquele que carrega o sangue de Azir maculado por Gorak.
    - Devo matar Wilkorak?!?
    - Exato. Mas lembre-se de seu histórico... você não foi capaz de matar a mim... será que pode destruir o Lobisomem?


    — Spaniel não estará sozinho em tal empreitada. - assevera Therak. - Eu, pelo menos, garantirei que seja feito o que for preciso. - complementa, os olhos emitindo um breve brilho opalescente. Veritas, juntando-se ao construto, pousa em seu braço esquerdo estendido e observa Ivanova, intrigado.

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  11. Off: Depois eu respondo a alinea... Só lembrar que o nome é Azrin, e não Azir.

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  12. ALÍNEA B

    — Spaniel não estará sozinho em tal empreitada. - assevera Therak. - Eu, pelo menos, garantirei que seja feito o que for preciso.

    ▬ Como garantiu na mansão de Daiki-sama? - fala a bampira irônica, sem sequer olhar para Therak.

    - Obrigado, Ivanova, pelo convite. Agradeço a toda ajuda que me destes nesse momento, se não fosse por você eu não teria retomado o controle sobre a criatura. Mas, como deve lembrar-se, sou diferente do Conde. Se eu segui-la numa vingança contra Lusius, apenas estarei me tornando igual a ele, que buscou vingança pela humilhação causada pelo meu pai por "conquistar o coração de minha mãe". Não serei digno de ser servo de Asura. Tudo está nos planos da deusa da luz, de uma forma ou de outra, inclusive essa maldição. E como fiz durante toda a cruzada, manterei minha fé no plano da deusa, apesar de, no momento, não entender qual seria.

    - A Deusa da luz... mal controla seu próprio destino. - fala Ivânova. - Em poucas semanas vocês verão isso...
    - Spaniel sorri ternamente, mas com os olhos marejados de tristeza. - Desculpem, meus amigos, pelo mal que lhes causei... e vocês vieram aqui me ajudar e eu acabei atacando vocês.... Virei um perigo para aqueles que estão ao meu redor... Ivanova, há outras alternativas. A Luz de Asura é maior do que a Marca de Azir... Com minha fé, dominarei a besta que há dentro de mim. Não sei como, mas o farei. É uma promessa que fiz a mim mesmo, pelas pessoas que estão ao meu redor, por meus amigos, por você, por Hannah, por Keira e por Asura. - Spaniel olha ao seu redor, pros seus amigos. - É o mínimo que posso fazer pela confiança e amizade que depositam em mim. Os trabalhadores estão bem, pelo menos?

    Ivanova olha por cima do ombro.

    ▬ Você acha que consegue controlar antes do pior acontecer? - fala a vampira, que parecia absolver a névoa com a palma das mãos.

    - SPANIEL!! VOCÊ ESTÁ AÍ DENTRO?!?

    - HANNA! - grita o ranger de volta.

    - Sem minha névoa, a lua cheia despertará a besta. E se não despertar, eu mesma me encarregarei que sua fúria faça o serviço. Quem irá sucumbir primeiro? Seus aliados? O povo humilde que ainda acredita em você? O que restou de sua família? Acredite, jovem tolo... "Conviver" com a fera NÃO É uma opção!

    ...

    ∟No sótão escuro, o Leão Redentor zanza a esmo... a madeira do assoalho treme... enverga... sobre grande pressão...►◄▲▼☺☻

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  13. — Se a exibição de suas glândulas mamárias não teve em mim o efeito que você desejava, só posso dizer que lamento. - retrucou o construto, banindo a frivolidade da "bampira" para o canto de sua mente, preocupado que estava com assuntos mais prementes.

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  14. Off: Pessoal, eu sei que o personagem Conepa em Deanor provocou alguma admiração e uma série de problemas...

    Anteriormente, Therak quase provocou briga com o General Noite, que violaria o código de Honra, por provocações pequenas. Não que Therak não pudesse limpar o chão com a cara do Pulha que o Gama tirou do RC de Gargurus, mas considerando a situação delicada de instalação de Spaniel E o fato de que, corrupto ou não, ele ser "agente da lei", ia ter briga. Nesse caso, foi salvo pelas interpéries mentais do Pedro e seus salvo-condutos (sim... eu sei que vou receber um PVT em poucos minutos dele...)
    Agora, Therak está tirando sarro com a mais TPM vampira do cenário cujo poder destrutivo vocês tiveram uma medida anteriormente...

    ... Não criticando não, Mago. Só verificando se esse será o comportamento de therak daqui para a frente para eu preparar alg mais fideldigno. Nem pense em "voltar atraz porque o mestre parou pra perguntar", nem um "deeeixa prá láá..." (que eu particularmente detesto).

    Não mandei em PVT porque é algo a se verificar perante os demais personagens que, embora não tenham medo de uma briga, podem não querer se envolver em situações dignas de Corey e Conepa.

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  15. Off:
    Olá,

    Caramba, um "Spaniel Negro" dentro do ranger. Igual ao Bleach, onde o Ichigo possui um "Ichigo Negro" dentro dele, devido a ser meio-hollow. Demais!!!!
    Ah, Naruto também tem uma besta dentro dele. XD Ei, Hardie, não tem como criar um selo que contenha esse lado maligno? XDXDXD

    Ah, é que o Therak tem andado demais com o Thiago... Aí dá nisso. ^.^

    On:

    — Spaniel não estará sozinho em tal empreitada. - assevera Therak. - Eu, pelo menos, garantirei que seja feito o que for preciso.

    ▬ Como garantiu na mansão de Daiki-sama? - fala a bampira irônica, sem sequer olhar para Therak.

    - Obrigado, Ivanova, pelo convite. Agradeço a toda ajuda que me destes nesse momento, se não fosse por você eu não teria retomado o controle sobre a criatura. Mas, como deve lembrar-se, sou diferente do Conde. Se eu segui-la numa vingança contra Lusius, apenas estarei me tornando igual a ele, que buscou vingança pela humilhação causada pelo meu pai por "conquistar o coração de minha mãe". Não serei digno de ser servo de Asura. Tudo está nos planos da deusa da luz, de uma forma ou de outra, inclusive essa maldição. E como fiz durante toda a cruzada, manterei minha fé no plano da deusa, apesar de, no momento, não entender qual seria.

    - A Deusa da luz... mal controla seu próprio destino. - fala Ivânova. - Em poucas semanas vocês verão isso...

    - Spaniel sorri ternamente, mas com os olhos marejados de tristeza. - Desculpem, meus amigos, pelo mal que lhes causei... e vocês vieram aqui me ajudar e eu acabei atacando vocês.... Virei um perigo para aqueles que estão ao meu redor... Ivanova, há outras alternativas. A Luz de Asura é maior do que a Marca de Azir... Com minha fé, dominarei a besta que há dentro de mim. Não sei como, mas o farei. É uma promessa que fiz a mim mesmo, pelas pessoas que estão ao meu redor, por meus amigos, por você, por Hannah, por Keira e por Asura. - Spaniel olha ao seu redor, pros seus amigos. - É o mínimo que posso fazer pela confiança e amizade que depositam em mim. Os trabalhadores estão bem, pelo menos?

    Ivanova olha por cima do ombro.

    ▬ Você acha que consegue controlar antes do pior acontecer? - fala a vampira, que parecia absolver a névoa com a palma das mãos.

    - SPANIEL!! VOCÊ ESTÁ AÍ DENTRO?!?

    - HANNA! - grita o ranger de volta.

    - Sem minha névoa, a lua cheia despertará a besta. E se não despertar, eu mesma me encarregarei que sua fúria faça o serviço. Quem irá sucumbir primeiro? Seus aliados? O povo humilde que ainda acredita em você? O que restou de sua família? Acredite, jovem tolo... "Conviver" com a fera NÃO É uma opção!

    - Por enquanto não... - fala Spaniel olhando pra Ivanova. - Mas sempre haverá escolhas a ser feitas e não há caminho irreversivel. Therak, se algo acontecer, use o raio desintegrador. Cruzados, ataquem com força total! Protejam os trabalhadores e minha irmã! Não importa o preço a pagar! Confio em vocês!

    Spaniel arremessa as armas de prata dele para Dex e fita Ivanova um pouco sério.

    - Não irei reivindicar vingança, Ivanova, mas se essa nova condição me ajudar a proteger ao povo de Resest e a meus amigos, conviverei com ela. A Luz de Asura está em meu coração e essa sempre foi minha maior força na cruzada e não será agora que deixará de ser.


    ...

    ∟No sótão escuro, o Leão Redentor zanza a esmo... a madeira do assoalho treme... enverga... sobre grande pressão...

    - Escuta. - fala Spaniel sério. - Sou Spaniel Donovani, o Leão Redentor. E você? Quem é?

    Off:
    Atenciosamente,
    Leishmaniose

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  16. Respoff: Parece que pincei um nervo... de novo. Tuuudo bem.
    Voltar atrás, nem pensar. E quanto à atitude, a Ivanova tentou desmoralizar Therak com palavras. Com palavras ele respondeu.
    Pessoal, na verdade a Ivanova deve estar com ciúmes da Nefertina.

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