segunda-feira, 15 de agosto de 2005

ATO I TOMO V - ... E Cai a tempestade


Jogue ouvindo a trilha! clique AQUI!






  Ivanova começa a desfazer a névoa... Spaniel vê uma silhueta de um grupo de seis tentando entrar e se queimando no miasma...


E então, todos ouvem um
trovejar... Uma tempestade começa a se formar, e a lua é encoberta, ameaçando chover...


Ivanova bizarramente gargalha


Spaniel olha para o céu e agradece interiormente a Asura.


- Obrigado, senhora da luz. Sei que posso sempre contar contigo.


- "senhora da luz"? - gargalha mais a bruxa... Que parecia ouvir os pensamentos do Ranger. - Tente outro... Pense mais alto! Outro tem as mesmas ambições que eu... Quer ver o nascimento da criatura, do Vingador... O senhor das tempestades te deu um ultimato... Se a chuva cair, o rastro de Wilkorat se perderá... Se quiser se salvar, deverá lutar agora!


- Wilkorat? Ele esteve aqui?


- Maior... Senhor das tempestades... – mumurra Del pegando uma tabelinha e riscando: "Gorak... ok!”.


- Ivanova... – insiste Spaniel. – Wilkorat ESTEVE aqui?


Ivanova não responde... Ela começa a desaparecer com o Miasma... Lentamente.


- Maldição! Temos que pegar esse maldito! É a única forma de livrar-me da maldição. Diga-me para onde ele foi, Ivanova! Por favor! Aponte, pelo menos!


- Basta... Seguir... O sangue... – sussurra Ivanova, antes de sumir completamente.


- PARADOS! FIQUEM LONGE DE MEU IRMÃO!!!


Spaniel estava arranhado, roupa rasgada, e cercado de seres estranhos... Era de se entender a reação de Hanna, quando a miasma permitiu que pudessem ver quem estava do outro lado. Hanna apontava uma lança, um homem alto e esguio, uma besta. Um maior e musculoso, um enorme machado, e os outros três, espadas curtas com a bainha vermelha.


- Hanna, não há tempo! Eles são meus amigos! No caminho eu lhe explico tudo, vamos!


- O ... Que houve?!? Quem era aquela mulher... EI! OLHA ELA LÁ de novo‼ - fala Hanna, apontando para Armagevânova. (off: Agá: você havia descansado relativamente por 6 horas. Recuperou 4 PVs)


- Hanna, não há tempo! Eles são meus amigos! No caminho eu lhe explico tudo, vamos! Ah, não se assuste, no caminho eu lhe explico realmente tudo, tá? Armageddon fica, junto com Therak e cuide dos trabalhadores.


- Negativo, meu amigo. – fala o homem esguio ao lado de Hanna. - Meu nome é Oliveira Meireles... sou líder do destacamento dos Espadas Rubras. Vão cumprir sua missão. Nós vamos verificar os feridos... e protege-los.


- Muito obrigado, irmão. - fala Spaniel, agradecendo. - Se um de vocês pudesse nos acompanhar, conheço a região, mas de muito tempo atrás.


- Eu vou - fala Hanna.


- Pela Luz de Asura e pela graça a mim concedida, que o Leão Redentor tome forma.


Spaniel toma a forma do Leão Redentor e fareja o ar, atrás do cheiro de sangue. Todos se entreolham por causa da teatralidade que Spaniel usou... mas os mumurros de medo e espanto de Hanna e dos demais soldados mostra que foi a atitude sensata a fazer...


- Dex, consegue sentir algum odor de sangue?


 O Felítrius fareja o ar.


- Nada... – resmunga ele. – Therak tem mais sorte nesse campo...


- Umidade do ar está em 75%. Ventos desfavoráveis. Negativo...


Spaniel instintivamente funga repetidas vezes o ar. Ele dá um discreto rosnado inconsciente...


- Eu farejo algo... – fala ele. – Por aqui...
- Farejou algo contra o vento? Altamente improvável...
- Há! Brinca Del. – Está com ciúmes porque o Leão tem faro melhor que vocês dois...
- Eu treinei com Spaniel, elfo... – fala Dex. – Ele é um rastreador razoável... mas seu faro ao é melhor que o meu... bem, não era.



- Estarei na retaguarda Spaniel... - diz Vilo se tornando invisível


Spaniel segue uma trilha imaginária, com a irmã logo atrás. O vento muda de direção, e mesmo encoberta, a lua pode iluminar o bastante para, poucas centenas de metros descendo a estrada da fazenda, o cheiro de morte se torna perceptível até para os cruzados resfriados...


 Uma massa disforme de carne, sangue e ossos estava amontoado no meio do caminho, formando uma poça que ia de extremo a extremo da passagem... Sobre ela, o que sobrou das vestes de dois soldados do destacamento... que estiveram na fazenda poucos minutos antes.


 Marcas de patas tão grandes quanto as do leão circundavam a carcaça... umedecidas por sangue.


- PUTA QUE PARIU! – grita Vilo, instantes antes de vomitar. Hanna também se obriga a afastar-se para não passar mal.


- Por Asura... - fala Spaniel. - Não o perdoarei! Pela Luz, Cruzados!


Spaniel investiga mais de perto com therak. Havia um outro odor no meio daquele... Um odor que desafiava os instintos de Spaniel... O Sótão treme levemente...


- Sangue e Urina... - informa Therak, como se lesse os pensamentos de Spaniel. - Um... Animal... fez isso. Infelizmente, não no sentido literal da palavra.


- Nota-se... Os caras tão mastigados!


- Asura, conceda-me sua graça. Conceda-me um momento de lucidez, que essa fera seja contida, pelo menos até encontrar Wilkorat!


- A criatura degustou pouca carne, se comparar as proporções que um predador daquele tamanho ingeriria – continua Therak. – E não há sinais de luta ou reação. Foi um massacre frio, gratuito e desmotivado.


- Ta! – retruca Armageddon irritado com a frieza de Therak. – Nós entendemos. Esse cara é mal!


O sótão treme... Mas Spaniel não odiava. Havia aprendido em sua doutrina a ser passional apenas para favorecer. O Odor de Wilkorat parecia provocá-lo mais que a revolta... O Sótão é assolado pela sombra do Lobo, mas Spaniel se controla.


Spaniel olha sério pro local e diz:


- Quanto mais tempo ficarmos aqui, mais terreno ele abrirá entre nós. Temos pouco tempo. Vamos, Cruzados!


- Trilha de sangue... segue pelo sul. - informa Therak. - Umidade do ar próximo dos 100%... Chuva iminente. Cheiro e sangue serão lavados em breve.


Spaniel lança Hanna aos seus braços e não espera nem Therak terminar de falar. Corria pela estrada, seguindo a trilha. Dex e Therak partem juntos. Vilo precisa manter seu condicionamento para acompanhar os três. Armageddon não era tão rápido, mas seu organismo copiava o de um vampiro. Não precisava de fôlegos nem sentia cansaço, embora o vestido atrapalhasse um pouco. Del ficava para traz a cada metro, e seu fôlego sumia rapidamente.


Já haviam corrido 1 km quando começava a chuviscar levemente.


- Ta com bom fôlego, Spaniel... – resmunga Dex.


- Consegue nos acompanhar?


- Não estou indo a toda velocidade.... – fala o felítrius. – Mas meus pulmões estão ardendo. Você está carregando uma pessoa...


- O leão é mais forte...


- Não é de força que estamos falando... – fala o Felítrius. – Fareja melhor que eu... tem segundo fôlego... e não está transformado naquela... coisa!


- Eu sei, Dex... – fala Spaniel.


- “coisa”? – pergunta Hanna.


Spaniel se cala. Dex sente a mesma sensação que há pouco... o frio na espinha... e desta vez sabia de onde vinha... Spaniel.


 A trilha - agora meras marcas de sangue misturada com água - deixa a estrada e entra em um matagal. As primeiras moitas curvadas sob o peso de alguma coisa de grandes proporções é visível, mas a chuva aumentava.


- Perfeito. - fala spaniel lembrando-se de seu treinamento. – Tem mais pistas em um matagal que em uma estrada.


- Um Lobisomem não é uma presa, Spaniel... é um predador. – repreende Hanna.


Chovia torrencialmente agora. O chão estava lavado, e as folhas envergavam castigados pelas águas. Os heróis tinham perdido as pistas fazia alguns minutos e olhavam os arredores.


- ... e aí? Alguma idéia? – pergunta Del, que só chegava naquele instante.


Spaniel observa tudo ao seu redor e fareja. Sussurrando uma breve prece, ele diz:


- Asura, ilumine-me.


Spaniel olha pra Therak:


- Therak, seus sensores captaram algo?


- Negativo. – fala o construto de luz. – Limites alcançados sem pista sensível.


- Dex, consegue ouvir algo?


-Sim... você roncando de fome... – resmunga Dex. – Eu odeio água... odeio chuva... e odeio cachorros grandes.


- Falem menos... – resmunga Vilo. – Porque não pensam um pouco, ein? Por que diabos trouxemos a “Chan II” afinal?


 Vilo aponta para Hanna. Ela responde com um aceno positivo.


- Tem... um forte abandonado nos arredores... - fala Hanna. - É o único lugar com abrigo nesta região... Fica uns dois quilômetros ... Acho que para o leste.


- Veritas... Verificar! – fala Therak, libertando o pássaro na direção apontada. – Aguardemos alguns segundos.


- Cães não gostam de água nas fuças, procurou um abrigo certamente. Dirijamos-nos para lá, então. - fala Spaniel voltando à corrida.


- Spaniel! – repreende Hanna. - Não aprendeu nada com o Mestre? Não se corre no campo de caça de nossa presa!


Spaniel para envergonhado.


- Na ânsia, esqueci-me desses detalhes. Ele me infectou, Hanna.


- é hora de saber o que ocorreu...


Spaniel senta-se em um tronco caído, ignorando a chuva.


- Se não o encontrarmos virarei uma fera sem controle.


-... Esse Leão?!?


- Não. Não o leão. É um dom da deusa da Luz, Asura. Somos todos servos dela. Os cruzados da luz. Enfrentamos o deus das tevas, Div e o derrotamos, no ano passado.


- ... Eu... Não entendo... Aconteceu tanta coisa com você nesses anos todos... E agora... Você recupera as terras do nosso pai. E eu, me sinto como se minha luta não tivesse produzido nada...


- Produziu, Hanna. Os Espadas tem sido a esperança de muitos aqui em Resest e isso produziu muita coisa para os que tentam resistir a tirania dos coronéis.


- Isso não basta. Eu sou sua irmã mais velha. Deveria olhar por você. Vou ajudá-lo a destruir aquele monstro!


- Huhauahuahaua! Você lembra o Félix nessas horas. A esperança no coração de outrem é muito maior que qualquer outra coisa, Hanna, é sua maior produção. Foi esse pensamento que me fez continuar em frente no ano passado, éramos a única esperança de Meliny.


- Veritas avistou o fortificado. - fala Therak, interrompendo a melação. - Não há sinais aparentes de habitação... Mas não quis se aproximar muito para não ser identificado.


Spaniel continua "antenado" ao seu redor e diz:


- Obrigado, Therak. Ele certamente deve saber que eu viria atrás dele. Hanna, se eu perder o controle, você, assim como os outros, devem me conter, não importa qual o preço, está certo?


- Perder... O controle?!?


- É, arrancar tripas alheias. – fala vilo com o canto da boca. Dex olha duramente para os dois.


- Eu fui infectado pelo lobisomem que caçamos. Dentro de mim a fera está tentando tomar o controle, como fez a momentos atrás, por isso eu estava tão machucado.


 Spaniel não percebe visualmente por causa da chuva... Mas uma lágrima salgada mistura-se ao cheiro entre os dois.


- Não se preocupe, Hanna. Apenas me prometa isso. Você verá que tudo dará certo, Asura está do nosso lado, sempre.


(Espaço para Roleplay)


O caminho foi cauteloso, mas percebem a fortificação abandonada no topo da colina. Realmente parecia desabitada... Até que restos de pequenos animais são avistados nos arredores confirmando a habitação.


(Off: antevendo os “sentidos especiais”, rolei todos os testes possíveis, inclusive vôo de Veritas, raios X à distância, faro, audição e pedindo ajuda aos Universitários. Está longe demais para Vilo usar o artefato visionário dentro do prédio principal, mas deu para sacar os arredores e alguns homens de pesados capotes e armados com bestas, espada ou facão.  Eles estão indicados – de forma clara ou não – no mapa AQUI.

14 comentários:

  1. — Impedimento de diretiva! - explica Therak. - Não há confirmação de que todos os elementos do bando de Wilkorat sejam efetivamente licantropos, tal curso de ação poderia inadvertidamente ferir humanos. Em acréscimo, só posso dispara o raio destruidor uma vez ao dia, e é duvidoso que um disparo pudesse fazer ruir a muralha. Eu prefiro poupar o disparo para usar diretamente no monstro.

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  2. Off:
    Olá,

    On:

    — Impedimento de diretiva! - explica Therak. - Não há confirmação de que todos os elementos do bando de Wilkorat sejam efetivamente licantropos, tal curso de ação poderia inadvertidamente ferir humanos. Em acréscimo, só posso dispara o raio destruidor uma vez ao dia, e é duvidoso que um disparo pudesse fazer ruir a muralha. Eu prefiro poupar o disparo para usar diretamente no monstro.

    Spaniel olha para Therak e diz:

    - Desculpa, Therak, mas o monstro é meu. - falando mais amenamente, buscando lembrar das conversas com Thiago, Spaniel continua. - Então reunamos os jagunços diretamente lá, se houver licantropos eles se manifestarão. Se todos forem licantropos, você derruba o muro. Se não forem, o miasma de Armageddon os conterá. Pode lança-lo, né, H?

    Off:
    Atenciosamente,
    Leishmaniose

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  3. — Está desculpado. - brinca Therak. - Concordo com a manobra diversionária, bem como com a necessidade de atacarmos juntos. Dex, pode mandar seu gato astral para o portão principal, ao sul da fortaleza, para que ele ataque ali fazendo barulho? O raio desintegrador, este prefiro guardar mesmo para uma eventualidade, mas tenho outro modo de derrubar muralhas. - complementa o construto, sacando o chifre de Nalkbathaãns.
    — Veritas pode lançar um ataque paralisante no guarda da torre nordeste, para evitar que ele dê alarme... - continua Therak, rapidamente desenhando um mapa no chão com a ponta da espada. - Eu vôo rasante, carregando Spaniel, e ao soprar do chifre abro um rombo na muralha, pelo qual o leão entra e persegue sua presa. O restante de nós, seria melhor cortar as rotas de fuga aqui, aqui e é claro, aqui. - pontua ele, apontando o trecho da muralha oeste já em ruínas, o portão sul e por fim o rombo que ele pretendia abrir. Que tal?

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  4. — Em adendo, senior Armageddon, se posso sugerir... talvez tenha recuperado energia suficiente para outra mudança de persona, uma que não necessite de uso de magia mas tão somente sua própria força e agilidade. Alguém como Ox Whitehorn, por exemplo.

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  5. Off:
    Olá,

    On:

    — Está desculpado. - brinca Therak. - Concordo com a manobra diversionária, bem como com a necessidade de atacarmos juntos. Dex, pode mandar seu gato astral para o portão principal, ao sul da fortaleza, para que ele ataque ali fazendo barulho? O raio desintegrador, este prefiro guardar mesmo para uma eventualidade, mas tenho outro modo de derrubar muralhas. - complementa o construto, sacando o chifre de Nalkbathaãns.
    — Veritas pode lançar um ataque paralisante no guarda da torre nordeste, para evitar que ele dê alarme... - continua Therak, rapidamente desenhando um mapa no chão com a ponta da espada. - Eu vôo rasante, carregando Spaniel, e ao soprar do chifre abro um rombo na muralha, pelo qual o leão entra e persegue sua presa. O restante de nós, seria melhor cortar as rotas de fuga aqui, aqui e é claro, aqui. - pontua ele, apontando o trecho da muralha oeste já em ruínas, o portão sul e por fim o rombo que ele pretendia abrir. Que tal?
    — Em adendo, senior Armageddon, se posso sugerir... talvez tenha recuperado energia suficiente para outra mudança de persona, uma que não necessite de uso de magia mas tão somente sua própria força e agilidade. Alguém como Ox Whitehorn, por exemplo.

    Spaniel sorri com sua face de leão e diz:

    - Por mim, tá perfeito. Alguém tem algo mais a acrescentar?

    Off:
    Atenciosamente,
    Leishmaniose

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  6. - Perdão se não tenho forças para refazer o miasma Spaniel - diz o maccubus um tanto encabulado - mas descancei o suficiente para atender a segunda sugestão.

    O corpo de Ivanova cresce e se espande, um par de chifres brancos literalmente rasgam a face agora desfigurada. Onde antes se via o semblante sinistro da bruxa, agora, mal se enxergava o peito de Ox WhiteHorn.

    Vamos lá!

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  7. - Xá comigo garoto, eles nem vão saber o que os atingiu... E se eles forem licantropos eu tenho uma surpresinha pra eles e pro chefe deles caso seja necessário.

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  8. O elfo levanta a mão. - Eu tenho... Vamo bater um rango depois dessa? To ficando azul de fome.

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  9. Malz pela dúzia de Alíneas e posts não respondidos ;D

    O felítrius se sentia desconcertado. Estava lutando com Spaniel... E sua espada não surtia o efeito esperado. Estava certo de que devia tentar impedir Spaniel se houvessem problemas... mas teria coragem ou capacidade de incapacitar o amigo?

    Se ocorresse o mesmo com ele, talvez Dex hesitasse entre a Luz em seguir Ivanova na vingança.
    (...)

    — Está desculpado. - brinca Therak. - Concordo com a manobra diversionária, bem como com a necessidade de atacarmos juntos. Dex, pode mandar seu gato astral para o portão principal, ao sul da fortaleza, para que ele ataque ali fazendo barulho? O raio desintegrador, este prefiro guardar mesmo para uma eventualidade, mas tenho outro modo de derrubar muralhas. - complementa o construto, sacando o chifre de Nalkbathaãns.

    - Iremos então, eu e Ajii, chamar atenção ao sul... Acho melhor eu ir junto a ele, tenho mais facilidade com destreza e fuga. Não quero arriscar muito.

    Dex então invoca novamente seu aliado e montaria. Antes de partir, ele auxilia o grupo, quebrando o diamante que rodeava sua espada, conferindo habilidade de vôo aos aliados.

    Então o felino equilibra-se de pé sobre o dorso de Ajii, e segue para o local indicado.

    Off: ele não irá diretamente, isso denunciaria a posição do resto do grupo. Ele "arrudeia" antes de seguir. Após chamar atenção, Dex tenta eliminar os guardas das torres, mas também procura cobertura nas paredes... tiros matam gatos. Em caso de urgência um teleporte para fuga (e Energia Extra). Em urgência ainda maior (ou contra bandos) Dex usa a ônix da espada.

    Não sou o Dex nem o Homem-Aranha, mas tenho um mal-pressentimento...

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  10. - Só um adendo... Acho melhor, antes de tudo eu ir como batedor. Verificar todo o local. Queria saber se alguém aqui tem alguma idéia de como anular meu cheiro...

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  11. Um banho periódico viria a calhar para tanto. Há!... Há!... Há!

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  12. - Há... Há... Há... To falando sério po! Se eles realmente forem licantropos, vão sentir meu cheiro.

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  13. - Você está na chuva... pode voar... acho que isso já ajuda. A não ser que possuam um faro muito aguçado, no caso de serem licantropos, ou de você ter uma catinga dos diabos. - diz Dex, parando seu movimento.

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  14. - Por via das dúvidas.... - o halfling começa a esfregar lama por todo seu corpo - Eu vou lá. Se eu demorar, sigam com os planos...

    Off: To levando em conta que eu ainda possa usar invisibilidade... Se não, vou sem lama mesmo. Afinal, você tinha dito que a invisibilidade do Vilo seria mais no campo de "eu me escondo muito bem".

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